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quinta-feira, 8 de março de 2012

Pastor Harold Camping se redime

















Depois de fazer previsões erradas e descabidas sobre a vinda de Jesus como já fizeram as famosas Testemunhas de Jeová. O pastor Harold Camping tomou uma atitude inusitada, ele se desculpou publicamente aos seus membros e a todos os ouvintes do seu ministério Family Radio. Diferente das orgulhas Testemunhas de Jeová o pastor Harold Camping se desculpa dizendo: “Nós aprendemos a lição muito dolorosa que toda a criação está nas mãos de Deus e Ele vai terminar no Seu tempo, não no nosso!”. E Diz mais:

“Até mesmo o mais sincero e zeloso de nós pode ser enganado”, declarou Camping. ”Mas agora percebemos que aquelas pessoas que estavam chamando a nossa atenção para a afirmação da Bíblia que “ninguém de que sabe o dia e hora” (Mateus 24:36 e Marcos 13:32), estavam certos em sua compreensão desses versículo e nós, errados”.

E finalmente o pedido de perdão: “Nós trememos diante de Deus, pedimos humildemente perdão dos pecados por nossas declarações. Somos muito gratos de que Deus é tão amoroso que perdoa o pecado”.

Parabéns ao pastor Haroldo Camping, o blog ANTI-HERESIAS abre esse espaço para também honrá-lo como homem de Deus. Esperamos que, como houve com a seita adventista do sétimo dia não apareça nenhuma discípula sua futuramente, semelhante a Ellen White, se aproveitando da derrocada previsão da vinda de Cristo feita pelo pastor Guilherme Miller (embora arrependido) ela inventou a heresia do santuário celestial e prosseguiu no engano, assim também que ninguém venha a criar uma heresia pior dentro da Igreja Family Radio.

"O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia". Pv.28.13

sexta-feira, 2 de março de 2012

ISLAMISMO, MAIS UMA RELIGIÃO OU UMA AMEAÇA A FÉ?





O ANÁTEMA de Gálatas 1.8,9.
Está escrito: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema”.

Essa palavra “anátema” quer dizer nesse contexto “algo separado” e separado por ser “condenável”. Quer dizer também “amaldiçoado” ou “maldito”, pois esse termo é visto na Bíblia Sagrada como “condenação, destruição” em muitos textos, exemplo: “Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos”. (Mateus 25.41). Isto é, “separados para a condenação”. Temos ainda: “tendo os olhos cheios de adultério e insaciáveis no pecado, engodando almas inconstantes, tendo coração exercitado na avareza, filhos malditos”. (2Pedro 2.14). Ambos os textos vem de outra palavra grega similar a anátema, que é “kataraomai”. Que tem o significado exato de “amaldiçoado, condenado, pedir mal sobre algo ou alguém”. Essa condenação de Paulo é no sentido de rejeição, discordância, separar, colocar de lado. Nunca de fazer uso da violência. Não existe um comentarista bíblico que apóie essa interpretação. Pelo contrário, mais adiante vemos Paulo dizer: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor”. (Romanos 13.10). Admoestação semelhante Paulo fez outra vez que escreveu: “Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o”. (Tito 3.10).

Essa carta aos gálatas tem data aproximada a 52 anos d.C. Foi escrita em Antioquia da Síria ou em Corínto. Os gálatas eram habitantes da atual Turquia. É de autoria do apóstolo Paulo, aquele que viu Jesus Cristo em Damasco (Atos 9.1-20), quando perseguia a Igreja cristã como faz o islamismo atualmente. Nessa época nem se falava em islã. 

A ORIGEM DO ISLÃ
O islamismo veio a surgir em 610 d.C. Quando Maomé (figura profética do islã. Nascido em 570 d.C.) tinha 40 anos, época em que afirmará ter recebido uma série de revelações desse suposto anjo, de onde nasceu o texto do Alcorão ou Corão (que quer dizer “leitura”). Posteriormente a morte de Maomé em 632 d.C. o islamismo difundiu-se por muitos povos e veio a se dividir em várias facções: os Kharijitas, os Mutajalitas, os Murjitas, os conhecidos Xiitas, Sunitas, os Sufitas e também o movimento religioso, político e militar: os horríveis Talibãs.

A VISÃO DE MAOMÉ, UM CONFRONTO COM A ADMOESTAÇÃO DE PAULO
Aproximadamente dez anos antes da morte de sua esposa, Maomé começou a ouvir vozes, ter visões e sonhos. Freqüentemente saía da cidade e ia para uma caverna no monte Hira. Onde meditava, e algumas vezes por vários dias.

Quando tinha 40 anos (em 610 d.C.), teve uma experiência mística. Naquela mesma caverna recebeu a primeira de uma série de revelações que posteriormente veio a ser o Alcorão ou Corão. Maomé disse ter recebido tais revelações do anjo Gabriel. E que continuou recebendo tais mensagens durante 22 ou 23 anos até sua morte. Maomé memorizou o que escutou desse ser angelical, e recitou de memória tudo o que escutou. À medida que recitava seus companheiros que o auxiliavam iam escrevendo. Imagine você, o Alcorão está organizado em 114 capítulos, denominado suras, dividido em livros, seções, partes e versículos. Considera-se que 92 capítulos foram revelados ao profeta Maomé em Meca, e 22 em Medina. Os capítulos estão dispostos aproximadamente de acordo com o seu tamanho e não de acordo com a ordem cronológica da revelação. Cada sura pode por sua vez ser subdividida em versículos (ayat). O número de versículos é de 6.536 ou 6.600, conforme a forma de contagem. Segundo o ilsã, o Alcorão é eterno no céu e está escrito em tábuas de ouro.

Não podemos negar ao fato de que a visão que Maomé teve é um conflito claro com a admoestação que o apóstolo Paulo deu aproximadamente em 52 d.C. quando ele escreveu a carta aos gálatas, capítulo 1, versos 8,9. Ele fala que “ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue” e diz mais “que vá além do que vos temos pregado”. O Alcorão ou Corão, uma mensagem que veio depois, não só vai além da mensagem cristã, como a nega e persegue. Por exemplo: Maomé considerou o ensinamento bíblico do Novo Testamento acerca de Jesus ser o Filho de Deus como uma blasfêmia. Vejamos: “... E os cristãos dizem: ‘O Messias é o filho de Deus’. Essas são suas asserções. Erram como erravam os descrentes antes deles. Que Deus os combata”. (Sura 9.30). Os mulçumanos crêem que a Bíblia não é o texto original da Lei, dos Salmos e do Evangelho. Eles sustentam que judeus e cristãos corromperam a mudaram o original, acrescentando os ensinos sobre a divindade de Jesus e sua filiação divina, o conceito de Trindade, a crucificação e a doutrina da expiação. Ora, para se lançar uma nova revelação tem que destruir a anterior. Vão enganar a outro, a mim não! Só do Novo Testamento temos mais de 5 mil manuscritos conhecidos hoje, como alterar todo um acervo desse de textos?

A maior parte da literatura mulçumana ataca frontalmente os alicerces do evangelho de Jesus, tão claro, e proclamado pelo apóstolo Paulo aos judeus e gentios. Onde este, citou com todas as letras de Gálatas 1.8,9. O fato é que o islã é que é um acréscimo aquilo que Paulo havia dito; e por isso: “seja anátema”. (colocado de lado). A mensagem islâmica é outro evangelho!

O que o anjo Gabriel estaria fazendo por aqui em 612 d.C.? Trazendo uma mensagem contraditória ao que os evangelhos pregam, quando o período da revelação se encerrou em Jesus Cristo? Gabriel viria trazer outro evangelho? Com certeza não foi Grabriel que apareceu. (ver 2Coríntios 11.14).

O ENCERRAMENTO DA REVELAÇÃO DIVINA
O islã é um engano. Há quem discorde de mim, mas eu tenho minha opinião formada. Permito quem pensa diferente, mas discordo. Estou aberto para o debate sempre. Todavia, minha posição está firme: o encerramento da revelação divina se deu por volta do ano 95 d.C. Época em que foi escrito o último livro da Bíblia: Revelações ou Apocalipse. As Escrituras nos dizem que Deus se revelou por meio da criação: “porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis”. (Rm.1.19,20). 

Em seguida se revelou por meio dos profetas: “sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca, jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”. (2Pe.1.20).

E finalmente encerra por meio de Jesus Cristo: “Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo”. (Hb.1.1,2). Onde Jesus dar suas últimas revelações a João em Patmos: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João”. (Ap.1.1). E em suas últimas palavras diz: “Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro”. (Ap.22.18).

Em fim, o período da revelação de Deus se encerrou. Jamais Deus fará algum sinal, teofania ou manifestação sobrenatural, milagre, exatamente igual ao que fez nesse período. O relato de Maomé não passa de um anátema, uma heresia, tal como a visão de Joseph Smith, criador da seita A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias – os conhecidos mórmons. Cuja história mirabolante é bem parecida com a de Maomé. Ambos vêem anjos, recebem textos, e que em tábuas de ouro. Muito semelhante! Qual a diferença de revelações entre o Islamismo e o Mormonismo? A diferença é que Joseph Smith teve as supostas revelações mais moço. 

O que o apóstolo Paulo escreveu foi tremendo, preserva a fé cristã e adverte a todo aquele prega novas revelações, outro evangelho: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema”. (Gálatas 1.8,9).


O ISLAMISMO SE TORNA AMEAÇA PORQUE O CORÃO IGNORA A DOUTRINA CRISTÃ
O que é ignorância? Em uma das explicações do léxico Aurélio XXI é o “estado de quem ignora ou desconhece alguma coisa, não tem conhecimento dela”. Aquilo que supostamente foi revelado a Maomé foi tão superficial quando atacam as doutrinas cristãs que a única conclusão que tenho é pura e simples IGNORÂNCA do próprio Maomé e não de um ser angelical.

 Você já parou para pensar o porquê do islamismo nega Jesus como filho de Deus? Porque eles pensam como diz no Corão, que ensinamos que Alá (Deus) fez Jesus num ato fisiológico. Veja o que diz o Corão: “É inadmissível que Deus tenha um filho, Glorificado seja! Quando decide uma coisa, basta-lhe dizer: Seja! E é”. (Sura 19.35). Hayek, tradutor e comentarista do Corão, ao comentar este verso, diz: “Gerar um filho é um ato fisiológico que depende das necessidades da natureza animal do homem. Deus, o Altíssimo, é independente de todas as necessidades, e é derrogatório atribuir-lhe tal ato”. Essa ignorância do islã tem um alto preço: acusam os cristãos de SHIRK. Que é atribuir associado ou parceiro a Alá. No islamismo é o único pecado que não tem perdão. Em outras palavras “shirk” é adoração a ídolos; politeísmo. Nenhum teólogo cristão sério afirmaria que Alá (Deus) precisa fazer sexo para ter um filho, assim como não precisa de mão para sustentar, de pés para andar e nem de pulmão para soprar. São expressões figurativas de descrever atos do divino. Chamamos de antropomorfismo. Jesus nos evangelhos elimina esse pensamento: “Alá é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”. (João 4.24). Ora, se Alá é espírito, como teria que fazer um filho de maneira fisiológica? Quando a Bíblia diz que Jesus é filho de Deus, é apenas uma forma de dizer que ele tem a mesma natureza do Pai. Não que ele seja outro Alá ou um novo deus que procede de Alá. Pois a própria Bíblia cristã descarta esse pensamento: “Vós sois as minhas testemunhas, diz Alá, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim Alá nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá”. (Isaías 43.10).

 A verdade é que Jesus Cristo é outra pessoa de Alá e não outro Alá. O evangelho é muito claro sobre esse ensino. Vou colocar em uma linguagem bem interpretativa para os mulçumanos alguns textos do evangelho de João: “No começo da criação havia alguém que agia para criar, esse alguém estava com o Pai, e esse alguém que agia para criar [Jesus] era divino”. (João 1.1). “Esse alguém que agia para criar se tornou homem e fez tenda entre nós, e vimos a sua natureza divina, natureza de filho do mesmo gene do Pai”. (idem v.14). “Ninguém jamais viu Alá, a segunda pessoa de Alá [Jesus], o filho do mesmo gene do Pai, que atualmente está ao lado do Pai (a primeira pessoa de Alá), foi quem nos mostrou quem é Alá”. (idem v.18). Disse Jesus: “Eu e o Pai somos Alá [um]”. (idem 10.30). Na teologia cristã bíblica e sem heresias, Alá é três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Alá no português é Deus, no hebraico é Elohim. E Elohim é uma palavra que já está no plural. Pode significar: governantes, juízes, seres divinos, deuses, deusas, (tudo no plural), quando acompanhada do artigo definido, vai determinar “o Deus” bíblico adorado por judeus e cristãos. Para os cristãos “o” unidade, “Deus” composta: Pai, Filho e Espírito Santo. Por ser uma palavra que já está no plural. O cristianismo nunca apoiou o politeísmo. Citarei apenas três textos do Novo Testamento cristão confirmando o monoteísmo: “há um só Alá, e um só mediador entre Alá e os homens, Jesus Cristo em forma humana”. (1Timóteo 2.5). “ao Alá único e sábio seja dada glória, por meio de Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém!”. (Romanos 16.27). “No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não existe senão um só Alá”. (1Coríntios 8.4). O islã nega a doutrina cristã por ignorância do próprio Corão (do próprio Maomé), que é tamanha, ao ponto de confundir Trindade (três pessoas na divindade) com Triteísmo (três deuses). Veja o que diz o Corão: “São blasfemos aqueles que dizem: Deus é o um da Trindade! Porquanto não existe divindade além do Deus único...”. (Sura 5.73).


Quanto ao Espírito Santo, parece que o Corão confunde o Espírito Santo com a mãe de Jesus quando se tornou ser humano. Veja o que diz o Corão: "E recordar-te de quando Deus disse: Ó Jesus, filho de Maria! Foste tu quem disseste aos homens: Tomai a mim e a minha mãe por duas divindades, em vez de Deus?...". (Sura 5.116). Pelo menos é isso que o comentarista Jalalu'din e Yahya entende como resposta de Maomé, que ouviu que há três deuses, a saber: o Pai, Maria e Jesus. Outro comentarista, Zamakhshari, também acompanha a mesma linha de interpretação dessa passagem do Corão, de que Deus, Cristo e Maria são três deuses. Essa é a visão de Trindade no islamismo.

Entretanto, o Espírito Santo é a terceira pessoa de Alá, não é Maria. Essa foi apenas instrumento de Alá para trazer o Salvador, Jesus, a segunda pessoa de Alá ao mundo. Veja: "vindo, porém, a plenitude do tempo, Alá enviou sua segunda pessoa [Jesus], nascido de Maria, nascido sob a lei". (Gálatas 4.4). O Espírito de Alá, o Espírito Santo, é a última pessoa da revelação de Alá. Ele veio para substituir Jesus no mundo, pois Jesus voltou para o Pai. Veja o que diz no evangelho: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco". (João 14.16). Isto é, outro tal qual Jesus. Diferente por ser outra pessoa, mas semelhante por ser o mesmo Alá. A terceira pessoa de Alá. Em fim, foi por isso que Jesus mandou os cristãos batizarem: "... em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo". (Mateus 28.19). Para que houvesse a confirmação das três pessoas de Alá.

ISLAMISMO, UMA AMEAÇA A QUALQUER FÉ DIFERENTE
Diferente de outras religiões, semelhante apenas com radicais hindus e tribos indígenas, o Islamismo contém em seu livro sagrado um forte apelo a violência aos que pensam diferente. É uma espécie de ressurreição da antiga Inquisição Católica Romana. Frases do Alcorão tipo:

“... matai os idólatras onde quer que os encontreis e capturai-os e cercai-os e usai da emboscada contra eles... Quando no campo de batalha, enfrentardes os que descrêem, golpeai-os no pescoço... Combatei os que não crêem no último dia e não proíbem o que Deus e Seu Mensageiro proibiram... Até que paguem, humilhados, o tributo... E combatei-os até que não haja mais idolatria e que a religião pertença exclusivamente a Deus...”. (Sura 9.5; 47.4; 9.29; 8.38).

Veja um trecho que consta no Hadith – corpo de tradições do islamismo compilado anos depois da morte de Maomé. O Hadith fornece orientação sobre os aspectos da lei e da vida onde faltava o aval do Corão. Intitulada “Sentenças de Maomé”, reza o seguinte:

“Por Deus em cuja mão está minh’alma, desejo poder ser morto no Seu caminho e trazido à vida, depois de ser morto e trazido à vida, então ser morto e trazido à vida, e então ser morto. Uma parte do meu povo não cessará de lutar pela verdade. Fazei guerra, com sangue e extermínio, a todos que não crêem em Deus... Quando encontrardes com os infiéis, matai-os. O homem está adormecido e, quando morre, ele desperta. Meus companheiros são como estrelas: qualquer um deles que vós seguirdes, sereis bem guiados”.

Veja esses vídeos:

Não vou colocar muitos vídeos aqui para não expor meus irmãos em Cristo e com isso não se tornarem alvo de novos ataques e descobrirem nossas igrejas. Mas, temos em diversos sites com uploads de vídeos dessa natureza, tipo youtube e viemo, podemos encontrar o registro de sangue desses “mui amigos”. No site http://www.portasabertas.org.br/ você pode encontrar mais informações sobre o que é o Islamismo no trato com a fé diferente.

Com certeza grande parte dessas mortes nos vídeos aqui vem por seguidores do islã. Na África acontece um verdadeiro safári a cristãos. Onde os mulçumanos disputam a disseminação da fé islâmica com a fé cristã, território a território. E em áreas onde o islã ocupa espaço, quando a fé cristã chega o tratamento de recepção é com violência. Quando acontece o inverso a recepção é de temor.

SUBESTIMANDO O INIMIGO
Vivemos num mundo ocidental comido pelo ateísmo europeu; os americanos embriagados na teologia da prosperidade, unção de Toronto, entretenimentos e modismos gospels sem fim. E que olham para o islã como se fosse uma religião qualquer, pacífica e ordeira. Recebemos em nossas cidades suas mesquitas como fossem lindos e maravilhosos. Pergunte aos missionários e cristãos que são enviados em missão evangelística em países mulçumanos se eles são assim. Nesses países quem se converte do islã para outra crença é passivo de morte ou prisão até o arrependimento. Temos um caso recente do pastor iraniano Yousef Nadarkhani que pode ser morto a qualquer momento ou já foi morto (não sabemos ainda). No ocidente, quem muda de qualquer crença para o islamismo não há punição alguma. Isso é amor e respeito ao ser humano.

Veja corrente notícia do caso do pastor iraniano: clique AQUI

O islã vem invadindo o ocidente como quem não quer nada se aproveitando da liberdade de expressão e de fé. Enquanto que em seus países nossos irmãos cristãos são governados com mão de ferro. Porque fazem isso? Porque não debatem educadamente com as outras crenças? Porque repetir um erro do passado dos antigos tribunais da Inquisição? Porque não se abre espaço para o diálogo religioso? Porque não permitem que seus fiéis se convertam a outras crenças como acontece no ocidente? Permitir é o mesmo que concordar? Eu não concordo com tanta coisa no mundo e permití-las não quer dizer que eu passei a concordar! 

A resposta para essas perguntas é fácil: Porque não crêem assim! Na doutrina islâmica não há espaço para o debate, eles resolvem as coisas na ponta do sabre e balas de metralhadora. O ser humano é o que crer. Ora, se ele é mulçumano fiel e fervoroso, quando ler o supremo profeta dizer: “Quando encontrardes com os infiéis, matai-os”. O que ele vai fazer? Vai saber se o que o outro diz é verdadeiro? Que o que o outro crê pode ser a verdade? Não, ele vai eliminá-lo.

Sou estudante de religião há muitos anos, e desde bem moço aprendi que se alguém me provar o contrário do que creio eu o seguirei. Já tive debates calorosos, mas nunca mais do que palavras no calor da discussão. Todavia, esse tipo de pensamento no islã é inconcebível. Se existe algum islâmico pacífico é porque já perdeu a fé. E está fazendo uma reinterpretação do Corão.

Contrário aos ensinos do Evangelho, onde disse Jesus Cristo: 

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”. (Mateus 22.37-40).

Fontes de pesquisa:
Wikipédia
Bíblia Online versão 3.0 – com léxico grego e hebraico.
Bíblia de estudo NVI
Bíblia de estudo MacArthur
Entendendo as Religiões não Cristãs – Josh McDowel e Don Stewart
Introdução Bíblica – Norman Geisler e William Nix
Série Apologética, volume II – Instituto Cristão de Pesquisas
Revista Defesa da Fé, número 8 e 9 – Instituto Cristão de Pesquisas

quinta-feira, 1 de março de 2012

IGREJA UNIVERSAL É UMA FARSA DE SINAIS E MILAGRES - TÁ AQUI A PROVA



O jogo teatral de acusações do suposto capeta ao "apóstolo" Valdomiro Santiago põe em xeque toda a prática de exorcismos, milagres e supostos sinais que ocorrem no NEOPENTECOSTALISMO. A Igreja Mundial do Poder de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus revelam os bastidores do charlatanismo. Ainda tem muito podre para ser desmascarado. O tempo revelará mais.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL - UMA VERGONHA!!!



É lamentável ver a Sociedade Bíblica do Brasil publicar um lixo teológico intitulado: BÍBLIA APOSTÓLICA. Um absurdo! Com anotações de Estevam Hernandes e prefácio de Renê Terra Nova. Sinceramente... é o fim dos tempos mesmo! Tá bom de mudar o nome para SOCIEDADE HERÉTICA DO BRASIL. Lançamento (evacuação do excremento) agora em março 2012.


Fonte: GENIZAH

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

sábado, 4 de fevereiro de 2012

EVANGÉLICOS ROMANIZADOS

















Talvez você ache estranho o título de minha postagem, mas é isso mesmo que você leu. Existem muitos evangélicos hoje no Brasil, mas será que são PROTESTANTES? Será que são mesmo EVANGÉLICOS? Ou estão ainda debaixo das influências da Igreja Católica Apostólica Romana? Às vezes pensamos que as influências do catolicismo romano só ocorrem nos seus dogmas principais e, como não os seguimos mais, achamos que nos libertamos da influência romana. Todavia, existem muitas práticas romanas que ainda precisam ser reformada pela igreja evangélica. Se não vejamos:

Um povo preso ao calendário Católico Romano.
As igrejas evangélicas insistem em celebrar páscoa romana, natal, e até festa junina. Jesus nos ordenou duas coisas: batizar e fazer memória de sua morte, algo que fazemos nas ceias todo mês. Entretanto, persistimos em celebrar até o carnaval. A igreja precisa se libertar dessas amarras e criar o seu próprio calendário. Temos por exemplo o dia 31 de outubro uma excelente data comemorativa. Pois foi o dia da reforma protestante. O dia da Bíblia também é uma data bem significativa. E o natal? Jesus nasceu no mês Tishri do calendário judaico. Equivale aos meses de setembro/outubro. Porque em setembro não separamos um domingo para celebrarmos o natal evangélico? Porque são evangélicos romanizados. Às vezes vejo escritores, pastores e apologistas cristãos criticando os evangélicos judaizantes, mas não vêem que é muito pior ser evangélico romanizado.

Um povo preso a figura papal de igreja sede (Roma) e paróquias.
Não é difícil de perceber a forma organizacional de nossas denominações o quanto copiamos o modelo papal, e ainda achamos que somos bíblicos. Não me entra mais esse modelo de “pastor presidente” de “sede” e “igrejas filiais”. Só na cabeça dura de líderes papais que isso não muda. A Bíblia é muita clara. Não existiu primazia nem entre os apóstolos (Mc.10.42-44), quanto mais entre os pastores de sede e filiais. Esse modelo é um modelo papal. Você que é leigo no assunto talvez esteja se perguntando: Porque não mudam? Ora, porque são evangélicos romanizados. A sede pela primazia e poder não ficou só em Roma, se espalha entre os evangélicos. Que hoje, alguns líderes se declaram: apóstolos, patriarcas, pais apostólicos, etc.

Um povo preso ao continuísmo da revelação.
É incrível a influência romana nesse tópico. Veja bem, o que é o continuísmo da revelação? É a crença de que Deus continua revelando seus segredos e doutrinas ao seu povo. Em fim, aquilo que era discurso da igreja romana é também discurso de evangélicos romanizados. Vários pastores hoje ficam declarando: Recebi um rhema de Deus! Outros dizem: Temos uma nova mensagem de Deus: células! Outros dizem: Em Toronto Deus derramou uma nova unção. Ambos os lados não querem admitir a verdade de que Deus encerrou sua revelação. De que tudo que Ele tem para dizer ao homem está na sua Palavra, a Bíblia. (Leia em seqüência: Hb.1.1,2; Ap.1.1 e 22.18).

Um povo preso a tradições humanas.
Assim como o catolicismo romano ensina e divulga suas tradições extras bíblicas, há entre os evangélicos a mesma raiz romana. Temos por exemplo a tradição de mantermos um perfil de igreja tradicional. Onde o pastor não passa de um capelão. Que se foca no bem estar de seus congregados. Cadê a igreja missionária? Onde estar o pastor que é o facilitador de vidas? Que se foca na capacitação e preparo de seus congregados para a obra de Deus? (ler Mt.15.3).

Um povo que na prática defende o ministério de sacerdócio.
A figura do padre no catolicismo romano migrou-se para as igrejas evangélicas. Onde o pastor parece representar Deus na Terra, quando na verdade todos os crentes em Jesus são sacerdotes diante de Deus (1Pe.2.9). No meio do movimento controverso neopentecostal os líderes tornam-se como: Arão, Melquisedeque, Levi. Que absurdo! A figura pastoral, ao invés de líder servo, exemplar e que compartilha, torna-se dominador e centralizador.

Um povo cheio de superstições.
O povo evangélico em muitas denominações segue um monte de superstições semelhante ao catolicismo. São crendices que vão desde o copo com água, passa pelos atos proféticos, até solicitar oferta de 911 reais, como se essas coisas pudessem ativar algum mecanismo espiritual que produz bênção. Isso em nada fica de diferente das práticas católicas. Onde tem água benta, ramos, velas, etc. (Leia Jo.4.24).

Conclusão

A igreja evangélica precisa de uma reforma completa. A boa obra que os reformadores começaram não foi conclusiva. Temos que dar continuidade nisso prosseguindo na verdade bíblica, crescendo na graça e no conhecimento de Jesus, nosso Senhor.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Um pergunta que não quer calar, que faço aos seguidores do movimento Igrela Local de Witness Lee e ramificações



Vez ou outra me aparecem e-mails do pessoal da Igreja Local de Witness Lee e suas ramificaçãoes, reclamando que o chamamos no blog ANTI-HERESIAS de "seita". Pedindo para reconsiderarmos, não sermos desonestos, não fazermos falsas acusações, etc.  A princípio, não vejo porquê do incômodo. Pois, a Igreja Romana diz que o protestantismo é uma seita. A própria Igreja Local de Witness Lee diz: “... o protestantismo, assim como o judaísmo, estão todos nessa categoria, tornando-se uma organização de Satanás, como seu instrumento para danificar a economia de Deus” (Apocalipse, versão restaurada, p.28). Em fim, essa troca de acusações quem deve julgar são os leitores. Até o cristianismo no geral foi chamado de seita pelo judaismo. Veja Atos dos Apóstolos 24.5. Em fim, sem noção! Se você quiser aprender a identificar uma seita clique aqui

Todavia, nunca nos respondem: Se não é uma seita, então me mostrem uma citação dos livros escritos por Lee afirmando que o Deus único é subsistente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo? Me mostrem se há afirmações de Wintness Lee diferentes dessas:

“Assim as três Pessoas da Trindade tornam-Se os três passos sucessivos no processo da economia de Deus. Sem esses três estágios, a essência de Deus nunca poderia ser dispensada para dentro do homem”. (A Economia de Deus, por Witness Lee. Editora Árvore da Vida. 1ª Edição – 1989, p.12,13).

“Alguns vêem problema na palavra ‘processado’ e argumentam que é impossível que Deus seja processado porque Ele é eterno e imutável. Embora Deus seja eterno e imutável, contudo Ele passou por um processo”. (Como Receber o Deus Triúno Processado, por Witness Lee. Editora Fonte da Vida, p.7).

“Alguns teólogos tradicionais nos dizem que as três pessoas na Trindade divina: O Pai, O Filho e o Espírito, não devem ser confundidas e devem ser mantidas claramente separadas o tempo todo. Mas a Bíblia ensina que Jesus, o Filho de Deus, tornou-se o Espírito”. (A Economia Divina, WitnessLee. Editora Fonte da Vida. Edição de 1987, p.71).

Nosso e-mail está a disposição: anti-heresias@hotmail.com

Se realmente houver resposta para essa pergunta contendo o lívro e a página, onde eu possa verificar, colocarei aqui nessa postagem.

Para não "chover no molhado" seguem os link de postagens em nosso blog sobre tal movimento:


Segue um link do CACP sobre esse movimento: Resposta a Igreja Local
E também do tão odiado por eles: o ICP. Vale a pena ler: A sedução da Igreja Local

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Valdemiro Santiago segue heresia das Testemunhas de Jeová


Pelo visto o "apóstolo" recebeu uma visita dos T.Js. em sua residência. Não é de admirar, ver o líder geral da igreja pseudo-evangélica IGREJA MUNDIAL DO PODER DE DEUS se aproximar agora das seitas pseudo-cristãs tipo TESTEMUNHAS DE JEOVÁ. As declarações que Valdemiro dar no site da IMPD são no mínimo conflitantes com a ortodoxia bíblica. 

Que as igrejas neo-pentecostais se distanciaram da ortodoxia já sabemos, mas partir para uma heterodoxia descarada assim foi o fiasco da apostasia. É... não existe nada oculto que não seja revelado. Chega de parecer com evangélicos. Tava mais do que na hora de mostrar as garras do lobo. Veja com seus próprios olhos porque digo que Valdemiro se aproximar do pensamento da seita Testemunhas de Jeová:

"Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo. Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo, não a partir de Maria, que foi obra do Espirito Santo para ser feito carne, antes ele já existia. 'Façamos' é no plural, porque Jesus estava com Ele e a palavra que lemos confirma. Há anjos no céu? Vieram depois de Jesus, porque tudo o que foi feito foi feito através dele, depois de Jesus...". (Valdemiro Santiago).

Se não acredita, confira no seu próprio site: clique aqui Tá lá no quinto e sexto parágrafos.

A Igreja Universal do Reino de Deus não fica atrás. Tem um livreto que contém as doutrinas da IURD, onde ensina a heresia do batismo regeneracional. Falso ensino pregado por ramificações da seita Igreja Local de Witness Lee e pelo próprio Catolicismo Romano. Nesse livreto tem a seguinte pergunta: "O que tem que acontecer com a pessoa após o seu batismo nas águas?". O Bispo Macedo responde o seguinte: "Imediatamente depois do seu sepultamento pelo batismo nas águas, a pessoa passa a viver em novidade de vida (Rm.6.4). Isto significa dizer na prática que ela deixa de ser temperamental ou geniosa, pois o seu caráter anterior é radicalmente transformado, dando lugar ao caráter de Deus. Isto é, ela passa a ser uma pessoa pacífica, dócil e inimiga de contendas. É a partir do seu batismo nas águas, que ela passa a ter capacidade de perdoar os ofensores, amar os seus inimigos e até orar por eles. (Doutrinas da Igreja Universal do Reino de Deus, página 84,85).

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A Igreja Evangélica Tabernáculo da Fé é uma seita?



Toda seita adiciona algo a Palavra de Deus (a Bíblia), subtrai algo da pessoa de Jesus, multiplica por obras a obra da salvação e divide a fidelidade entre Deus e a organização. Baseado nessas quatro operações, a Igreja Evangélica Tabernáculo da Fé possui forte identificação:

Adicionam algo à Bíblia:
William Marrion Branham (1909-1965) é tido no movimento como um profeta semelhante aos profetas bíblicos. E como tal suas palavras são tomadas como palavras de Deus. Dizem: “... Este profeta foi enviado por Deus tal qual saiu da boca dos profetas e apóstolos...” (De Volta a Palavra Original, p.27, Goiânia – Go).

Subtraem algo da pessoa de Jesus:
Jesus deixa de ser uma pessoa na divindade e passa a ser apenas um atributo. O que é bem diferente. Dizem: “... poderia ver que Pai, Filho e Espírito Santo... são três atributos do mesmo Deus...”.(A Palavra Falada, vol.3 n.11, por William Marrion Branham, Gravações “A Voz de Deus”, p.24 # 157 e 25 # 160).

Multiplicam por obra a obra da salvação:
A seita Tabernáculo da Fé é uma crença de cunho abertamente legalista. Percebemos isso nas pregações do programa de T.V “Fé Perfeita”. Veja e comprove clicando AQUI. O legalismo multiplica por obra a obra da salvação, ou seja, não basta só crer em Jesus, o fiel deve seguir algumas “normas” (doutrinas de homens) para se salvarem.

Dividem a fidelidade entre Deus e a organização:
“De acordo com Branham, todas as denominações dentro da cristandade são apóstatas e pertencem ao diabo... os verdadeiros cristãos serão batizados somente no nome de Jesus e seguirão as doutrinas ensinadas pelo apóstolo de Deus da sétima e última era da história da Igreja – William Branham. Fazer parte de qualquer igreja denominacional é ter a marca da Besta”. (Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. p.51).

CONCLUSÃO
Todo cristão verdadeiro sabe que só a Bíblia é a Palavra de Deus. E que ela é viva e eficaz (Hb.4.12). Nela está inserida toda a revelação de Deus (2Tm.3.16) e nada precisa ser acrescentado a ela (Pv.30.5,6; 1Co.6.4; Ap.22.18,19).

Todo cristão verdadeiro sabe que Jesus Cristo é uma pessoa distinta das pessoas do Pai e do Espírito Santo. Em João 1.1 nos revela que Jesus estava com o Pai (Deus) e que Jesus possui uma natureza divina (Deus). Em João 8.16 o próprio Jesus disse: “... não sou eu só, mas eu e o Pai...”. Mais adiante ele diz: “...na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro...” (v.17). Alegando que tanto Ele como o Pai estavam dando testemunho. Vemos claramente aqui que Jesus é uma pessoa e não um “atributo”, bem como o Pai e o Espírito Santo (ver ainda 2Jo.3; Jo.14.16 e etc.).

Todo cristão verdadeiro sabe que a salvação ocorre pela graça de Deus (At.15.11) por meio da fé (Ef.2.8,9).

Todo cristão verdadeiro sabe que grupo nenhum salva, somente Jesus Cristo Salva (At.4.12) e só Ele é o caminho (Jo.14.6). A necessidade da igreja é explícita, mas a existência de uma única igreja verdadeira é flagrante exclusivismo e proselitismo (Rm.15.20).

Ainda tem dúvidas? Entre no site do movimento AQUI Compare em sua Bíblia o que ensinam tire suas próprias conclusões. Que inclusive, não tem uma declaração de fé a disposição no site. Mas, veja o que dizem em uma página do mesmo: "O nosso objetivo é divulgar a mensagem do profeta WILLIAM MARRION BRANHAM que é a Bíblia revelada". Fonte: http://www.avozdedeus.org.br/site/a-igreja/nosso-objetivo.html SOLA SCRIPTURA!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

FALTA DE CONHECIMENTO: A BRECHA PARA AS SEITAS E HERESIAS!



PARA NÃO SEJA VÍTIMA DOS FALSOS ENSINOS, BAIXE AGORA O LIVRO CONHECENDO AS DOUTRINAS DA BÍBLIA: Aqui

domingo, 1 de janeiro de 2012

10 RAZÕES PORQUE NÃO CONCILIAR ACONSELHAMENTO BÍBLICO COM PSICOTERAPIA
















Tenho visto muitos seminários de missões e igrejas adotarem a mistura de aconselhamento bíblico com psicoterapia e não poderia deixar de falar sobre o assunto. Pois até na congregação em que pertenço isso tem chegado.

Sinto em ter que citar isso, mas é a pura verdade: “É compreensível que o mundo rejeite a água viva [Jesus Cristo] quando busca compreender e ajudar os que sofrem de problemas vivenciais. Contudo, à medida que o mundo passou a rejeitar as respostas bíblicas, a igreja começou a duvidar de sua própria doutrina de pecado, salvação e santificação no que se refere a sofrimentos mentais, emocionais e a problemas comportamentais”. (Livro Aconselhamento – Integrando a Psicoterapia e a Bíblia? Página 64). Infelizmente, “o caminho psicológico usurpou o lugar do caminho espiritual; as opiniões psicológicas do homem têm contaminado a Palavra de Deus” (Idem, página 65).

Tenho razões suficientes para dizer aos líderes cristãos, seminaristas e mestres cristãos que essa conciliação de aconselhamento bíblico com psicoterapia é um erro. Vejamos:

1ª A BÍBLIA É SUFICIENTE.
O depoimento que a Bíblia dar de si mesma é que: “... a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. (Hb.4.12). Ora, se aquilo que está na Bíblia tem vida e é eficaz, porque utilizar de métodos psicoterápicos para tratar uma pessoa? A Bíblia perdeu a sua eficácia? Não é mais suficiente? O texto diz que é “apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”, precisamos de mais alguma coisa para discernir o coração humano? O texto diz que ela vai até aos limites entre alma e espírito. Existe alguma ferramenta da psicologia que chegue até esses limites?

Se a Bíblia é suficiente para tratar meus dilemas pessoais e vivenciais o cristão não precisa de “terapia” psicológica. Se um cristão se submete a tais práticas ou as promove é porque a suficiência da Bíblia já se foi de suas convicções cristãs a muito tempo. Lembrando que a negação da suficiência da Bíblia já é um tipo de apostasia.

2ª A PSICOTERAPIA/PSICOLOGIA NÃO É CIÊNCIA.
O testemunho do Dr. Thomas Szasz, Professor Emérito de Psiquiatria da Universidade Estadual de Nova York e autor de muitas obras sobre psiquiatria e psicoterapia escreveu: “... as interações humanas que hoje chamamos de ‘psicoterapia’ pertencem, na verdade, ao campo da religião – e que nós as rotulamos, erradamente, como ‘terapêuticas’, o que representa um sério risco para nosso bem estar espiritual...”. (idem, página 25).

Karl Popper, considerado a maior autoridade na área da filosofia da ciência após um longo estudo sobre a psicoterapia, concluiu: “apesar de pretenderem passar por ciência, têm mais comum com mitos primitivos do que com ciência”. (Idem, página 56)

Oitenta educadores notáveis, escrevendo em Psicologia: O Estudo de uma Ciência, editado por Sigmund Koch, concordaram: “A história subseqüente inteira da psicologia pode ser vista como um esforço ritualístico para simular as formas da ciência, de modo que possa manter a ilusão de que é uma ciência”. (Idem, página 57).

Martin e Deidre Bobgan, autores prolíficos e críticos da psicoterapia, sumarizam o panorama atual: “A matéria toda está envolvida em confusão e cheia de falso conhecimento e falsas teorias, resultando em uma pseudociência”. (Idem).

Veja bem, autoridades acadêmicas não reconhecem a “psicoterapia/psicologia” como ciência. Isto é, aquilo que dizem ser “científico” é definido por essas autoridades como uma atividade religiosa, ilusão de ciência e pseudociência. Ora, se eu já tenho minhas respostas cristãs para os problemas vivencias porque se utilizar de fontes de outra religião ou de que não há reconhecimento científico? Ora, quando estou doente de alguma enfermidade física eu vou a um clínico geral e lá ele me passa um remédio. Associo o remédio ao meu tratamento com orações pedindo a Deus a minha cura. Eu só faço isso porque sei que a medicina é uma ciência. Sei comprovadamente que aquela enfermidade existe e que o remédio irá tratá-la. Agora, alguém diz que minha mente está doente ou minha alma e diz que vai me tratar mesclando técnicas psicoterápicas, orações e versos da Bíblia podem estar certos que estou sendo enganado e promovendo sincretismo religioso. A Palavra de Deus nos adverte sobre o sincretismo religioso:

“guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu”. (Dt.12.30).

3ª JESUS É SUFICIENTE.
Disse Jesus: “Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. (Mt.11.28). Não tem como fingir ou fugir dessa realidade. Ora, se Jesus nos chama até ele e nos promete o alívio, porque buscar outras fontes e creio que Jesus é suficiente na minha vida? Na verdade, muitos pastores e cristãos estão negando a suficiência de Cristo em suas vidas. Só Jesus conhece o coração humano e sabe como tratá-lo. Só ele pode fazer com que o homem seja restaurado. Na conversão, Jesus passa a fazer morada dentro do coração humano: “Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada”. (Jo.14.23). Como uma pessoa tem Cristo em seu coração e apela para práticas da psicoterapia para tratar-se? É justo o questionamento de Paulo quando diz: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados”. (2Co.13.5). O grande problema hoje é que os crentes não estão se convertendo, daí apelam para recursos carnais de tratamento do coração (alma).

4ª SOMENTE A CONVERSÃO PODE RESTAURAR O VELHO HOMEM.
A derrocada tentativa da psicoterapia de restaurar o velho homem é uma flagrante usurpação do papel da salvação na vida do cristão. Se analisarmos a doutrina da salvação à luz da Bíblia, concluiremos que salvação é “restaurar o que a queda causou”. Ora, somente com a salvação vinda de Deus o homem pode ser restaurado. Se houvesse alguma ferramenta humana para isso Deus não teria enviado seu Filho ao mundo para nos salvar. A Bíblia nos aponta que Jesus é o salvador: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. (Lc.19.10). Seu nome é a expressão da salvação de Deus, que vem do hebraico “Yehovshua”. Quer dizer “o SENHOR é a salvação”. Toda a ajuda vem do alto e não da terra. Quando Jesus falava de novo nascimento a Nicodemos (Jo.3.3,5), a palavra empregada no texto grego para nascer “de novo” é “anothen”, que quer dizer: de cima, do alto, de coisas que vem do céu. Em fim, para quê restaurar o velho homem com auxílio de ferramentas carnais, terrenas, se nós temos a providência vinda do céu? Bem disse o apóstolo Paulo: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo”. (2Co.10.4,5). Não precisamos utilizar da psicoterapia para restaurar a alma do homem, pois a ação do alto é suficiente. E quando teimamos nisso anulamos a cruz de Cristo. O apóstolo Paulo nunca ousou fazer uso de ferramentas humanas para trazer restauração nas pessoas: “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo”. (1Co.1.17). Note o cuidado de Paulo para não introduzir em sua mensagem de restauração ferramentas de sabedoria humana.

5ª A HISTÓRIA DO CRISTIANIMO DEPÕE CONTRA A PSICOTERAPIA.
Quando ouvimos o discurso dos seguidores desse modismo, percebemos que querem nos convencer de que há pessoas na igreja que estão doentes na alma e precisam ser tratadas. Todavia, como fica a igreja no decorrer de todos os séculos antes de existirem as práticas de psicoterapia? Todos morreram “doentes” até que finalmente a igreja veio a contar com essa “tábua de salvação”? Ora, o primeiro laboratório psicológico foi fundado pelo fisiólogo alemão Wilhelm Wundt em 1879 em Leipzig, na Alemanha. A prática da psicoterapia ainda é mais atual. Todo o movimento intitulado de Cura interior, também chamada restauração da personalidade e restauração da alma, é um movimento neopentecostal moderno que visa a descoberta e o tratamento de problemas emocionais, como medo, complexos (de inferioridade, rejeição etc.), baixa auto-estima no intuito de que as pessoas sejam tratadas no espírito, na alma e no corpo, com ênfase na cura da alma. Coisas do passado que foram causa de sentimentos ou pensamentos negativos devem ser tratadas desde a raiz, segundo os teóricos da cura interior. A cura interior dá-se a partir de conhecimentos na área de psicologia, com aplicações de passagens bíblicas respectivas, oração, dentre outras coisas. É um termo muito usado atualmente, principalmente nas igrejas que aderiram ao G12 ou em outras simpatizantes com essa nova crença. (Fonte: Wikipedia). E o neopentecostalismo tem a sua origem no século XX na década de 70. Escrevi até um artigo sobre esse movimento controverso, intitulado de “Objeções Bíblicas aos Neopentecostalismo”.

Desconfie de movimentos que prometem a “descoberta da roda”. Todos os cristãos desde o primeiro século até antes das tais “terapias da alma” estavam fadados a doentes e mazelados? É inconcebível essa apelação dos gurus da psicologia gospel diante do testemunho triunfante da história da igreja até hoje. De vidas libertas, transformadas, curadas e perdoadas através da fé no Senhor Jesus Cristo, do poder da Palavra de Deus e da ação do Espírito Santo em suas vidas.

6ª A PSICOTERAPIA É CHEIA DE MITOS E PROMOVEM UMA PSICODEPENDÊNCIA.
Não tem com negar que há muita fábula nas práticas da psicoterapia. A Palavra de Deus nos adverte: “Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas caducas. Exercita-te, pessoalmente, na piedade”. (1Tm.4.7). Temos que rejeitar essas coisas. E a psicoterapia é cheia de mitos, fábulas. Você duvida? Vou citar apenas três, dos setes mitos abordados no livro “Aconselhamento – Interagindo a Psicoterapia a Bíblia?” página 71 a 74. Aconselho você a adquirir esse livro:

Quinto mito – O abuso na primeira infância destrói a visão que a pessoa tem de Deus. Afirma-se freqüentemente que as mulheres que sofreram abuso quando crianças concluem que Deus é mesquinho, Deus não se importa ou eu realmente sou repugnante.

O modo como fomos tratados quando criança não determina nossa visão de Deus. Ninguém pode entender o horror de seu próprio pecado ou conhecer a amplitude do amor de Deus sem a obra do Espírito Santo. Ninguém crê na bondade de Deus por causa da sua infância. Pelo contrário, é a obra do Senhor na vida de uma pessoa que revela tanto nossa condição pecaminosa quanto o grande amor salvador de Deus.

Segundo mito – A memória é um gravador e a terapia pode ajudar as pessoas a relembrar corretamente os eventos traumáticos.

As pesquisas têm demonstrado que a memória não é sólida, mas maleável e mutável. Aquilo que é recordado na terapia com muita freqüência será ampliado, mudado, exagerado ou totalmente inventado.

Sexto mito – Pessoas que sofreram abuso são incapazes de crer que Deus as ama.

Muitos cristão estão minimizando a ação salvadora de Deus, dizendo que maus pais (molestamento sexual, neste caso) impedem as pessoas de conhecerem o amor de Deus. Crer no amor de Deus e na obra salvadora de Cristo não depende de termos pais maravilhosos ou de termos escapado dos horrores do abuso. Crer no amor de Deus e na obra salvadora de Cristo depende de Deus e da fé que Ele dá (Ef.2.8,9). Quando consideramos a maravilhosa magnitude de João 3.16 e a profundidade do nosso próprio pecado, cairemos de joelhos em adoração (Is.64.6), se realmente crermos. Entretanto, os que não são salvos simplesmente não conseguem acreditar que isso pode ser assim, ou, se é assim, que não pode se aplicar a eles.

Como você pode perceber acima, a psicoterapia é fundamentada em mitos, fábulas humanas. Onde a Palavra de Deus nos exorta a fugir das fábulas. Infelizmente muitos cristãos incautos estão é correndo atrás disso. Alguns são engodados com essas fábulas que são lançadas nas mentes fracas para que fiquem dependentes de tratamento psicológico. Chamo essa artimanha de psicodependência. Esse método ardiloso é usado nas modernas técnicas de evangelismo. Onde, ao invés das pessoas serem convertidas a Cristo, na verdade se tornam escravas de práticas da psicoterapia. Muitas igrejas crescem a essas custas tornando vã a cruz de Jesus. Bem disse o apóstolo Paulo:
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder. para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus”. (1Co.2.4,5).

Lamentavelmente, muitas pessoas supostamente convertidas, se tornaram evangélicas apoiados em sabedoria humana. Não porque escolheram assim, mas porque foram confrontados e trazidos à igreja através dessas ferramentas carnais.

7ª IMPLANTAR A PSICOTERAPIA NA VIDA CRISTÃ É UMA NEGAÇÃO DA SUFICIÊNCIA DA SANTIFICAÇÃO.
Todo o processo da santificação na vida daquele que foi verdadeiramente convertido é constante, crescente e eficaz. Como figura muito a Bíblia: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. (Pv.4.18). O escritor aos Hebreus fala da santificação como um caminho a seguir: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. (Hb.12.14). Não podemos burlar esse processo ou adiantá-lo com técnicas psicoterápicas. Tolo é aquele que pensa que a santificação é só para separar-nos do pecado. Não, a santificação tem o papel de nos limpar de todas as mazelas do pecado. E o pecado é a causa de todas as enfermidades físicas, emocionais e espirituais. Não fique admirado com o que vou dizer, mas todos os que seguem pelas ferramentas da psicoterapia, auto-ajuda, cura interior, etc., têm uma deficiência de entendimento das doutrinas bíblicas: do pecado e da salvação (justificação, regeneração e santificação).

Vejamos os efeitos da santificação na vida daquele que faz parte da Nova Aliança:

A promessa da Nova Aliança em Ezequiel 11.19 envolve: um coração unido e não mais dividido entre traumas e Deus. Não há espaço para dor e sofrimento no coração daquele que se converteu. Deus promete colocar um novo espírito. Isto é, um novo modo de ser, novas atitudes. Mudança de coração, não mais um coração de pedra, doente, de memórias tristes, mas um novo coração. Sensível a Deus.

A promessa da Nova Aliança em Jeremias 31.31-34 envolve: um cuidado de Deus não como na aliança anterior, que tratava o exterior, mas não atingia o interior do homem (v.32). Uma aliança diferente da anterior que tinha um tabernáculo para Deus se fazer presente, mas uma nova, de Deus habitando no homem. Onde o próprio corpo do homem se torna templo e morada do Espírito de Deus (1Co.6.19). E sendo essa habitação, torna-se morada santificada, restaurada, curada para Deus morar. Um cuidado interior trazendo mudança interior. Escrevendo a Lei divina no coração e mente (v.33). Trazendo benção e cura interior dia após dia na vida do convertido. Ele não precisa verificar o que está certo ou errado moralmente falando, pois tem dentro de si a lei divina. Uma aliança onde todos os pecados são perdoados, dispensando lembranças tolas do que se fez de errado (v.34). Não tem como ser mais o mesmo um coração onde a Lei divina foi escrita; não tem como uma mente em que foi impressa a Lei do Senhor e não ser restaurada e renovada.

Tudo isso ocorre no convertido através da santificação. Todavia, a psicoterapia e todos os seus desdobramentos e práticas negam a suficiência da santificação. Embora alguns palestrantes evangélicos de cura interior não admitam essa afirmação; por mais que apregoem como ferramentas de auxílio na santificação, na prática o fazem. Como é de práxis, nas heresias e controvérsias, os divulgadores apelam para a ambigüidade e eufemismo em seus discursos defensivos. Negam de fato a suficiência da santificação.

8ª ACONSELHAMENTOS DOTADOS DE PSICOTERAPIA PODEM AGRAVAR OS PESADELOS.
O jornal inglês “Daily Mail” publicou há algum tempo o seguinte artigo:

“... reviver experiências de quase morte e outros traumas durante o aconselhamento é uma perda de tempo, dizem os especialistas – e até pode fazer com que o sofrimento piore... Um relatório da organização Cochrane, localizada em Oxford – a qual oferece orientação médica especializada – também questiona se o aconselhamento realmente pode ajudar... Seus autores concluem que ele é, no mínimo, inútil e que, em alguns casos, poderia até fazer com que as vítimas venham a sofrer de SSPT (síndrome de stress pós-traumático). O líder desse trabalho de pesquisa, Simon Wessely, professor de psicologia no Instituto de Psiquiatria de Londres, disse que seu estudo, realizado com 3.000 soldados que serviram no conflito na Bósnia, mostrou que somente 3% sofreram um longo período de stress devido a traumas. Ele afirma: ‘... O efeito maléfico do aconselhamento é que algumas pessoas começam a se ver como tendo problemas de saúde mental, quando na verdade, elas não as têm’... um psiquiatra americano, que dirigiu o estudo [as vítimas do terrorismo nas Torres Gêmeas], afirmou que a terapia para os sobreviventes e as famílias das vítimas foi ‘um tremendo desperdício de dinheiro’, disse o professor George Bannano. Existem poucas provas de que fazer as pessoas ‘se abrirem’ realmente traz benefícios a alguém. ‘Há mais evidências de que falar sobre o quão infeliz você está torna as coisas ainda piores”. (Aconselhamento – Integrando a Psicoterapia e a Bíblia? Pág.83-85).

O aconselhamento bíblico, cristão, não recomenda ao solicitante se sujeitar a reviver ou relembrar as dores e sofrimentos que passaram. A Palavra de Deus nos diz: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo”. (Gl.6.2). “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tg.5.16). Em momento algum recomenda ao cristão a fazer o que os promotores da psicoterapia sugerem. Pelo contrário, nos diz:
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. (Fp.4.8).

A Palavra de Deus nos diz que: “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo”. (1Co.2.16). A mente de um convertido é uma mente como a de Jesus. Se esse tem uma mente doente, o tal não é convertido. Mas, se tem, e vir a se converter, sua mente se tornará curada. Mesmo que seja um louco, a Palavra de Deus nos diz: “E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, pois será somente para o seu povo; quem quer que por ele caminhe não errará, nem mesmo o louco”. (Is.35.8). Como dizia o poeta na canção interpretada por Vitorino Silva: “Porque na Bíblia está escrito que nenhum louco errará o caminho que conduz o homem a salvação. Ninguém errará o caminho que conduz aos céus, ninguém poderá escapar no juízo final. E se você não encontrou o caminho, eu posso te dizer agora: que o caminho é Cristo, e quem vem à ele, ele não lança fora”. (Leia Jo.14.6).

9ª A PSICOTERAPIA É UMA RELIGIÃO ALTERNATIVA PARA OS “SEM DEUS”.
A humanidade sem Deus é sujeita aos problemas da vida assim como os cristãos ou os que professam algum tipo de fé. E como essa humanidade está cada vez mais se afastando de Deus, afastam-se das figuras representativas de Deus existente na sociedade, tipo: pastores, padres, rabinos, etc. E são trocados por psicólogos, e as igrejas, sinagogas e mesquitas foram trocadas por uma sala climatizada de tratamento. O dinheiro ofertado nesses âmbitos religiosos virou honorários de um psicólogo. Em fim, a psicoterapia é uma religião alternativa para àqueles que não têm fé alguma. Todavia, hoje, aquilo que era alternativa do divã dos “sem Deus” se mescla aos versos da Bíblia Sagrada prometendo uma vida melhor aos cristãos. Que desaforo!

Se você é um cristão genuíno, pare e reflita um pouco sobre essa nojeira toda. E una-se aos opositores desse movimento psico-herético no meio cristão. Cobre pureza doutrinária de seu pastor ou líder. Não aceite ele impor isso em sua igreja. Chame-lhe atenção para esse artigo que escrevo e peça-o para ler. Jogue fora DVDs, livros ou qualquer outra mídia que te leve para esse engodo humanista. Abra seu coração para o evangelho puro e simples de Jesus Cristo.

10ª A PSICOTERAPIA É UMA AFRONTA A SÃ DOUTRINA.
As Escrituras nos ensinam: “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina”. (Tito 2.1). A sã doutrina é o ensino puro, sem mistura sobre as verdades bíblicas, inclusive as verdades que citei aqui, como a do pecado, santificação, conversão, mente cristã, restauração, Nova Aliança, etc. Se você mistura à esses assuntos as teorias da psicoterapia pode está certo que está tornando impuro a doutrina cristã. Já não é mais sã. Por isso que afirmo ser uma afronta a sã doutrina. Pois todo o ensino necessário para a vida do cristão já existe e é suficiente:

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. (2Tm.3.16).

“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. (Rm.15.4).

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Natal é uma festa católica e pagã
















Por volta do século V d.C. Exatamente no ano de 440 d.C. a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) criou o natal cristão referindo-se ao nascimento de Jesus. Constantino, imperador romano que trouxe ao cristianismo o fim da perseguição, conduziu aquilo que tem mais poder destrutivo da fé cristã: o sincretismo religioso. Constantino, um crente fiel ao culto do deus Mitra, não poderia deixar sua influência para associar o dia 25 de dezembro, data oficial do natal (nascimento) do deus Mitra. No afã de ganhar os pagãos para o cristianismo a qualquer custo, o catolicismo apelou para a prática do sincretismo. A Bíblia Sagrada é enfática na objeção a essa prática:

“guarda-te, não te enlaces com imitá-las, após terem sido destruídas diante de ti; e que não indagues acerca dos seus deuses, dizendo: Assim como serviram estas nações aos seus deuses, do mesmo modo também farei eu”. (Dt.12.30).

Todavia, vemos pastores, denominações, seminários evangélicos se levarem por esse mesmo caminho. Não fico muito admirado com isso, num mundo gospel onde o que importa é se “está dando certo e não se é correto”, o senso de investigação se é bíblica tal celebração é dopado pelo brilho do natal romano.

Não quero lutar aqui contra uma tradição de nossa terra, uma cultura que está enraizada no Brasil e no mundo ocidental. Quero apenas trazer uma reflexão: O natal é uma festa católica e pagã. Essa festa não devia fazer parte do calendário das igrejas cristãs evangélicas. Porém, hoje em dia, com o desprezo gradual da sã doutrina, não temos dificuldades de evangélicos celebrarem festas juninas, páscoa e até carnaval. A mistura com a cultura tem sido tão irreversível que em algumas denominações, os utensílios dessas festas já fazem parte da ornamentação dos prédios evangélicos. As teologias: liberal e moderna dão os trilhos para que tudo isso ocorra sem dor na consciência. A única coisa que me admira são alguns apologistas evangélicos se colocarem favoráveis a esse disparate gospel. Colegas de apologia colocam títulos em seus sites fazendo apologia ao natal. Diante disso eu fico pensando: como fazem o favor ao catolicismo e ao paganismo de divulgar essa festa?!

Em fim, voltando para minha reflexão, com o natal, bem como com festas juninas, e outra qualquer festa cultural de uma nação, não podemos ser complacentes ao ponto de criarmos um sincretismo religioso. Já pensou? Estando em uma nação islâmica transformar o ramadã em um ramadã gospel? São atos meios que apelativos, onde a separação entre propósito evangelístico e celebração torna-se tão estreito quanto perigoso. Temos exemplo disso no movimento conhecido no Brasil como “cai, cai”. No exterior é conhecido como “unção de Toronto”, no nordeste como reteté. Não tem como olhar para a prática desse movimento e não assemelhá-lo com as práticas do baixo espiritismo. Isso é uma mistura, algo contrário a sã doutrina. O que é sã doutrina? Essa expressão ocorre três vezes no Novo Testamento (1Tm.1.10; 2Tm.4.3; Tt.2.1). São traduções de duas palavras gregas: hugiaino (sã) – estar são, estar bem, está com boa saúde. Onde o seu sentido figurado tem mais influência no texto. Que figura “cristãos cujas opiniões estão livres de qualquer contaminação de erro”. A outra palavra é didaskalia (doutrina) – ensino, instrução. Ora, os ensinos desprovidos de contaminação estão na Bíblia, em sua correta interpretação, considerando que é Palavra de Deus e auto-interpretativa. Você vê na Bíblia em seu contexto geral algum favorecimento ao natal? As festas juninas? A unção de Toronto? Isso ocorre porque são práticas extras bíblicas e oriundas de outras religiões, causando a mistura a fé cristã. Não quero negar aqui a expressão de fé das pessoas que se envolvem nessas práticas, de forma alguma. Até porque a do natal já virou práxis uma família se reunir e celebrar a “ceia de natal”. Não vamos se isolar completamente da sociedade na qual estamos inseridos. Mas, precisamos ser relevantes, e refletir a luz de Cristo que está em nossas vidas, não se calando aos fatos e proclamar a verdade. O que quero dizer é que essas práticas toleráveis por algumas lideranças da igreja de Cristo não são puras, são misturas, sincretismo religioso. Que entram na doutrina da igreja e vira celebração, prática litúrgica, culto.

Talvez você esteja perguntando: qual o problema celebrar o nascimento de Cristo? Realmente, vendo por esse ângulo, não há nenhum problema. Agora, se queremos ser bíblicos (que acho difícil hoje em dia), façamos a pergunta correta: a Bíblia faz menção da igreja primitiva celebrando o nascimento de Cristo? Ou melhor: Existe alguma ordem explícita nas Escrituras para celebrarmos o nascimento de Cristo? E que tal: Onde está escrito na Bíblia que o dia 25 de dezembro foi o dia em que Jesus nasceu?

Se alguém que está lendo esta minha postagem me responder claramente essas perguntas prometo nunca fazer objeção ao natal gospel.

Você já parou para perguntar: Quando foi que Jesus nasceu?

Jesus nasceu aproximadamente ao período da “festa das cabanas” ou “festa dos tabernáculos”. Essa festa era comemorada do dia 15 até 21 do mês de Tishri. Equivale a nosso calendário aos meses setembro-outubro. Provas bíblicas? Vejamos:

Zacarias, pai de João, pertencia ao oitavo turno do grupo de Abias (Lc.1.5), e esse exercia tarefas ministeriais no templo na função de sacerdote conforme 1Crônicas 24. Eles foram divididos em 24 turnos de acordo com cada mês do calendário judaico. Contando os turnos com 15 dias cada representante de grupo para os 24 turnos. O grupo de Abias cai no mês Tamuz (equivale aos meses junho/julho) grupo de Zacarias, justamente nessa época ele recebe a anunciação: “Zacarias, não temas, porque a tua oração foi ouvida; e Isabel, tua mulher, te dará à luz um filho, a quem darás o nome de João”. (Lc.1.13). Depois de sua saída do templo Isabel engravidou; e ela ficou cinco meses sem sair de casa (idem v.24). No sexto mês da gravidez de Isabel, Maria, mãe de Jesus, recebe também anunciação de sua gravidez (idem v.26). Ou seja, se Isabel ficou grávida no mês Tamuz, Maria ficou grávida no mês Tebete (equivale aos meses dezembro/janeiro). Só aqui já se desfaz a crença do nascimento de Cristo ser em dezembro. Pois, nessa altura Maria começava a sua gestação. Podemos concluir isso pela declaração de Isabel quando Maria vai visitá-la, pois o anjo havia dito que sua prima se achava “também” grávida (idem v.36). E ao recebê-la Isabel já diz: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre”. (idem v.42). E Isabel ainda diz “mãe do meu Senhor” (idem v.43). Coloque agora nove meses de gestação: Shebate (1º), ‘Adhar (2º), Nisã (3º), ‘Iyyar (4º), Siwãn (5º), Tamuz (6º), ‘Abh (7º), Elul (8º), Tishri (9º). Nove meses depois equivale ao mês Tishri (setembro/outubro), época da festa dos tabernáculos ou cabanas conforme Lv.23.34; Ne.8.14. Não podia ser diferente, conforme Êx.23.14 havia três festas principais no Antigo Testamento. Eram elas: Páscoa (ou pães asmos), Pentecoste (ou semana ou colheita) e Tabernáculo (ou cabanas). Em Dt.16.16 diz: “Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR”. Não podia Jesus vir em outra data a não ser essa. Pois na páscoa: Jesus morre por nós; no pentecostes: o Espírito Santo vem; no tabernáculo: Jesus nasce.

Deixo aqui o calendário judaico, para você se situar melhor:



Pois é, quando João fala da vinda de Cristo ao mundo ele diz: “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós...” (Jo.1.14). A palavra grega da tradução “habitou” é “skenoo”. Essa palavra quer dizer: fixar o tabernáculo, ter o tabernáculo, permanecer (ou viver) num tabernáculo (ou tenda). Isto é, Jesus veio ao mundo na festa dos tabernáculos, festa da cabana.

Agora, uma pergunta não me deixa calar:

Se a Bíblia nos fornece evidências para a data real do nascimento de Cristo porque colocá-la para dezembro?

Eu posso arriscar aqui dois palpites: a tradição sincrética do catolicismo e a força comercial das festas de fim de ano ocidental.

A tradição sincrética do catolicismo.

A luta de “catequização” dos pagãos romanos que eram muitos apegados ao deus Mitra, levou o catolicismo a dar uma mercadejada na Bíblia e levar a data do nascimento de Cristo para o mês de nascimento de Mitra. E assim, unir as datas e forçar aos romanos pagãos a assimilarem a troca. Essa prática de sincretismo religioso sempre foi a arma de guerra do catolicismo na catequização do mundo, e quando não conseguiam assim partiam para a famosa “inquisição”. Esse fator só me lembra das palavras do apóstolo Paulo:

“Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus”. (2Co.2.17). Essa palavra “mercadejando” vem do grego “kapeleuo”, que significa ser um varejista, mascatear (exercer profissão de mascate), em fim: negociar a palavra de Deus. Oferecer os valores e verdades bíblicos por um preço (que nem sempre é dinheiro) mais baixo.

E que preço! Trocar a festa das cabanas (uma festa judaica linda) pelo culto a Natalis Solis Invicti (nascimento do sol invicto).

Tomemos um pouco de informação histórica:

“O mitraismo (culto e fé ao deus Mitra) foi uma “religião de mistérios” nascida na época helenística (provavelmente no século II a.C.) no Mediterrâneo Oriental, tendo se difundido nos séculos seguintes pelo Império Romano. Alcançou a sua máxima expansão geográfica nos séculos III d.C. e IV d.C., tendo se tornado um forte concorrente do cristianismo. O mitraísmo recebeu particular aderência dos soldados romanos. A prática do mitraísmo, assim como de outras religiões pagãs, foi declarada ilegal pelo imperador romano Teodósio I em 391. Sendo provável que a sua prática tenha continuado em várias décadas. Por isso, não fique surpreso em 440 d.C. essa data do nascimento de Mitra ser trocada pelo nascimento de Cristo.

Em finais do século III gerou-se um sincretismo entre a religião de Mitra e certos cultos solares de procedência oriental, que se cristalizaram na religião do Sol Invictus. Esta religião foi estabelecida como oficial no Império Romano em 274 pelo imperador Aureliano, que mandou construir em Roma um templo dedicado ao deus e criou um corpo estatal de sacerdotes para prestar-lhe culto. O máximo dirigente deste culto levava o título de pontifex solis invicti. Aureliano atribuiu a Sol Invictus as suas vitórias no Oriente. Contudo, este sincretismo não implicou o desaparecimento do mitraísmo, que continuou existindo como culto não oficial. Muitos dos senadores da época professaram ao mesmo tempo o mitraísmo e a religião do Sol Invictus”.

A capacidade de difusão e mistura de Mitra é surpreendente: “Mitra era uma divindade indo-iraniana cuja referência mais antiga remonta ao II milênio a.C.. O culto surgiu na Índia tendo se difundido pela Pérsia e mais tarde pelo Médio Oriente. Num tratado entre os Hititas e os Mitânios assinado no século XV a.C., Mitra é apresentado como deus dos contratos. Na Índia, surge nos hinos védicos como um deus da luz, associado a Varuna”.

No domínio persa, por influência do zoroastrismo, o mitraismo sofreu certa resistência, e quando vieram os gregos também. Vindo a sobreviver entre os aristocratas que habitavam na parte ocidental do Império Persa, na fronteira com o mundo greco-romano. Chegando o império romano, o mitraismo introduziu-se entre os legionários que serviam o império nas suas fronteiras orientais.


Percebemos na história do culto a Mitra que tal religião sofreu vários sincretismos até se acabar e fragmentar-se nos ritos do catolicismo romano, inclusive no natal.

Ainda na tradição natalina católica acompanha a figura do “papai Noel”. Vejamos algumas informações também:

O nome “Noel” vem do francês “natal”. Na verdade seria “Pai Natal” (português europeu). “Uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro, ou no Dia de São Nicolau (6 de dezembro). A lenda pode ter se baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau. Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesaréia. O Dia de São Basílio, 1 ou 1.º de janeiro, é considerado a época de troca de presentes na Grécia.

Enquanto São Nicolau era originalmente retratado com trajes de bispo, atualmente Papai Noel é geralmente retratado como um homem rechonchudo, alegre e de barba branca trajando um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. Essa imagem se tornou popular nos EUA e Canadá no século XIX devido à influência da Coca-Cola, que na época lançou um comercial do bom velhinho com as vestes vermelhas. Essa imagem tem se mantido e reforçado por meio da mídia (português brasileiro) ou meios (português europeu) publicitária(os), como músicas, filmes e propagandas”.

Toda a tradição religiosa do “papai Noel” vem de São Nicolau de Mira, também conhecido como de Bari: “É o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. É o patrono dos guardas noturnos na Armênia e dos coroinhas na cidade de Bari, na Itália, onde estariam sepultados seus restos”.


Veja bem, a data do nascimento de Cristo é inserida no meio de um “santo” da ICAR e de “deuses” que se fundem: Sol e Mitra. Onde não se sabe quem é o aniversariante.

A força comercial das festas de fim de ano ocidental.

Esse outro palpite não pode ser descartado para responder a pergunta. O comércio cresceu espantosamente com o advento da chamada civilização, com a revolução industrial e agora com a globalização. Esses eventos históricos no comércio favoreceram a festa como grande produto de mercado. Por serem seis dias antes da festa de fim de ano, o natal aquece as vendas de fim de ano. Unindo isso à figura do “papai Noel”, o santo católico reproduzido e comercializado, as pessoas se presenteiam umas as outras. E como tudo tem um preço. Esses presentes viram o alvo de aquecimento das vendas.

Por esse motivo, o natal também é assediado por outros credos religiosos, todo mundo quer dar uma abocanhada no disparate romano. A feitiçaria se encarregou de dar um tom mágico ao natal, a Nova Era também, e até o ateísmo europeu. Onde os presépios foram substituídos por pingüins e outros bichos do gelo.

CONCLUSÃO

Deixo aqui minha postagem para que todos os pastores e apologistas evangélicos acordem e vejam que o natal não é nossa festa e nem festa bíblica. Nesse ponto, eu vejo muito apologista de tradição católica romana e cadê os apologistas bíblicos? Vamos defender a Palavra de Deus, o evangelho de Cristo, a sã doutrina.

O natal é uma festa católica e pagã. Se você quer continuar celebrando em sua igreja é problema seu. Porém, não fique tentando justificá-la para aliviar a sua consciência. Jesus nos ordenou fazer duas coisas: Batizar (Mt.28.19) e fazer memória de sua morte (Lc.22.19 e 1Co.11.25). Essas sãos as ordenanças evangélicas. E o seu nascimento se deu por volta dos meses setembro/outubro. Se querem celebrar o nascimento de Cristo porque não fazem nesse período? Porque não querem ser protestantes. O método de sincretismo religioso parece ser melhor para ganharem novos adeptos. Estratégia copiada do catolicismo. Que está muito longe de “Fiz-me fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos” (1Co.9.22). Está mais para: “Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito!” (1Rs.12.28).