sábado, 24 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL! MAS, JESUS NÃO NASCEU EM DEZEMBRO. ATUALIZAÇÃO 26.12.16


Diferente do que muita gente pensa, Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro. Essa data vem de um sincretismo religioso feito pela igreja Católica Romana com base no antigo culto pagão romano ao deus Mitra. O deus do sol. Na véspera dessa data se fazia uma festa para esse deus, requintada de orgias e embriaguez até ao amanhecer. Onde comemoravam o nascimento do sol. Isto é, o “Natalis Solis Invicti” (nascimento do sol invencível). Essa falsa data foi adicionada em 440 d.C. para representar o nascimento de Jesus Cristo. Jesus nasceu aproximadamente ao período da “festa das cabanas” ou “festa dos tabernáculos”. Essa festa era comemorada do dia 15 até 21 do mês de Tishri. Equivale a nosso calendário aos meses setembro-outubro. Provas bíblicas? Vejamos:

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

A DIFERENÇA ENTRE EVANGÉLICOS E CATÓLICOS


Existem muitas igrejas evangélicas que cada vez mais tornam-se parecidas com a ICAR – Igreja Católica Apostólica Romana. Todavia, mesmo assim, existem diferenças claras entre essas ramificações cristãs. Não quero aqui me deter nas semelhanças, principalmente das igrejas neopentecostais, que copiaram muitas práticas da ICAR para dentro de suas celebrações e liturgias.

Meu objetivo aqui é mostrar porque existe a igreja evangélica, porque a ICAR não conseguiu manter sua unidade no século 16 d.C., e porque os católicos romanos são sempre alvo da pregação evangélica. Que, com certeza, são seus ensinos divergentes com a Bíblia Sagrada.

A diferença entre estas ramificações cristãs, que se dividiram desde o século 16 d.C., serve de informação, esclarecimento e prova de que toda tentativa ecumênica do Concílio Vaticano II é vã exceto se a ICAR reconhecer que seus dogmas criados posteriormente a era apostólica e ao início da era patrística não são doutrinas cristãs ou apostólicas, mas heresias, ensinos desprovidos de serem Palavra de Deus.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

TEOLOGIA GAY – E O PARECER DO BLOG ANTI-HERESIAS


Intimidade entre iguais desafia a Igreja Evangélica
Compilação da revista Defesa da Fé número 22 (edição de maio/2000)
Texto: João Luiz Santolin e Júlio Severo

Quem vê as recentes conquistas do movimento gay [...] na mídia e na sociedade nem imagina que até a década de 1950 não havia nenhum movimento organizado por homossexuais em prol de seus “direitos”. Em apenas 50 anos, os homossexuais do aparente anonimato para o status de defensores dos direitos humanos. O fenômeno, ao contrário de muitos movimentos sociais, não foi espontâneo. O plano foi cuidadosamente engendrado e paulatinamente executado, visando à “homossexualização” da sociedade, objetivo bem expresso na frase “mundo gay”, cunhada pelos próprios militantes. E para neutralizar a oposição da Igreja, intelectuais e teólogos envolvidos na militância lançaram as bases do que hoje se chama “Teologia Cristã Gay”. Preocupado com a influência dessa Teologia, o ICP convidou o Movimento pela Sexualidade Sadia (MOSES) para refletir e produzir a matéria que ora chega até você. Boa leitura!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

David Owuor prediz terremoto para o Brasil em 01.10.2016 - atualização 10.10.16



Entrei em contato por e-mail com a assessoria de David Owuor e fui prontamente atendido. E lhe fiz umas perguntas para que ele respondesse, mas até agora estou aguardando. Segue abaixo as perguntas feitas:

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

DÍZIMO, UMA POSIÇÃO BÍBLICA E EQUILIBRADA


Este texto tem por objetivo dirimir a problemática em torno do dízimo. O blog Anti-heresias tem procurado ao longo dos anos fazer uma apologia ao referido tema sob a perspectiva denominacional e dogmática; usando apenas a hermenêutica gramatical e teológica, sem, todavia, ir mais fundo na hermenêutica histórica/cultural. E quando decidi assim fazer, cheguei a assunto abaixo discorrido. Sei que muitos colegas pastores e líderes não vão apreciar totalmente o teor desse material, mas tenho o compromisso com as Escrituras. E disso não posso abrir mão, pois, embora seja um assunto secundário, as trevas da ignorância necessitam da luz da Palavra de Deus. E se posso fazer isso, eu não privarei aos necessitados a sua exposição.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

CONTRASTE ENTRE ARMINIANISMO E CALVINISMO



Faz um tempo que nosso blog precisava tocar neste tema, uma vez que ressurge a discussão que nunca foi resolvida no meio evangélico/protestante, um dilema, que muitas vezes têm causado um sectarismo inaceitável. Por um lado os calvinistas entrincheirando o cognome de “reformados” em seus territórios. Por outro, os arminianos pentecostais impedindo palestrante calvinista de ministrar sobre um assunto que não tem nada a ver com soteriologia, foi convidado, e depois barrado em cima da hora. Os arminianos não pentecostais ficam insuflando o assunto alegando que foi pouco diante do sectarismo preconceituoso causado ao arminianismo a décadas. Enfim, uma briga de família que dura a séculos. Daí vem os sites e blogs de apologia cristã evangélica/protestante tomando posicionamentos extremos jogando lenha na fogueira complicando ainda mais as relações. Então, estou aqui a postar este texto buscando pelo menos apaziguar os ânimos. Que Deus me ajude. Vamos lá:

terça-feira, 19 de julho de 2016

Augustus Nicodemus Lopes é barrado de palestrar na CPAD - atualização 21/07/16


Quando li a notícia pensei: não... isso deve ser um mal entendido. Mas, não é. A CPAD demostra com essa atitude uma editora tacanha e sem força de expressão. Cujos cabrestos são controlados por pastores ardilosos, politiqueiros e que pelo assunto que o Dr. Augustus Nicodemus iria falar só demostra uma cumplicidade como a heresia neopentecostal que se alastra dentro da Assembléia de Deus faz anos. E agora com essa nova onda neopentecostal de referendar "apóstolos" que seria refutada pelo palestrante barrado a CPAD se afasta flagrantemente da apologética cristã.

É um momento de refletirmos minha gente. Como as pessoas são tão imaturas a chegar nesse nível. Infelizmente, é isso que estamos vendo. Meia dúzia de pastores da Igreja Assembléia de Deus movidos por um sentimento sectarista para impedir que o "calvinista" falasse em reduto "arminiano". Um assunto que não tinha qualquer conteúdo soteriológico. Mas, que povo infantil! Desde quando arminianismo e calvinismo foram doutrinas essenciais do cristianismo? É triste assumir a realidade, mas tenho que dizer: ainda estamos muito longe de uma unidade fraternal. O que me vem na mente são as sábias palavras de Agostinho: "Nas coisas essenciais, unidade, nas coisas não essenciais, liberdade, e em todas as coisas, amor". E o que me impressiona é que discorrendo sobre isso Norman Geisler, no livro da CPAD "Razões para Crer" no capítulo seis, com o título "As Doutrinas Essenciais da Fé Cristã" não apresenta nem arminianismo e nem calvinismo como doutrinas essenciais da fé cristã. Mas, alguns pentecostais enciumados resolveram influenciar a CPAD para não deixar o tradicional falar sobre um assunto que não tinha nada há ver com o pentecostalismo histórico.

O que poderia ser? Uma negação aberta ao calvinismo? Ou um apoio claro ao neopentecostalismo? Bom, diante do tema que o pastor presbiteriano ia falar, a segunda pergunta é mais provável.

Fonte: Púlpito Cristão

Eu fico me perguntando nessa hora: cadê os apologistas da IAD? Tanta gente boa: Raimundo de Oliveira, Antonio Gilberto, Ciro Sanches, Esequias Soares, Abraão de Almeida, etc. Porque não conseguiram corrigir diplomaticamente essa furada da CPAD onde o palestrante ia tratar de um assunto concernente a apologética?

O Rev. Augustus Nicodemus ia palestrar sobre um assunto tão controverso, necessário, oportuno, escreveu um livro falando já sobre isso conforme imagem abaixo da capa do livro:


Sinceramente, é uma vergonha essa atitude da CPAD e o pensamento fechado dessa meia dúzia de pastores da Igreja Assembléia de Deus que, com certeza, não representa a voz da maioria dos pastores desta denominação.

Gente de Deus me explica isso... Augustus Nicodemus não pode palestrar na CPAD, mas René Kivitz (universalista) pode?



Isso é o cúmulo da incoerência! Aí os apologistas da Igreja Assembleia de Deus se pronunciam: Veja postagem na CPAD news

Dúvidas e esclarecimentos escreva para: web-assessoria@bol.com.br
Direito de resposta: coloque abaixo seu comentário e aguarde a liberação do moderador do blog.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

EM DEFESA DA TEOLOGIA


Muitos cristãos evangélicos pensam que a teologia é um instrumento de destruição da fé. E os seminários teológicos para muitos virou lugar de desencanto, morte da fé e cria de inimigos da igreja local. Mas, será que em toda a história de teologia sempre foi assim? O que houve do tempo dos "pais da igreja" ou dos reformadores até os nossos dias para que a reputação da teologia estivesse tão em baixa? Quem já não ouviu a frase: "cuidado irmão, a letra mata viu!". Eu já escutei um seminarista me dizer: "rapaz, depois daquela aula de teologia, me deu vontade de ir num bar encher a cara". Infelizmente, para muitos pertencentes à igreja de Jesus "teologia" tornou-se um termo pejorativo. E o teólogo, é assemelhado aos "fariseus", "escribas" e "doutores da lei" do tempo de Jesus reprovados fortemente por ele em Mateus 23. Todavia, ninguém se lembra de José de Arimatéia, membro do Sinédrio e nem do apóstolo Paulo, o fariseu. Autor da metade dos volumes do Novo Testamento. Esdras, que era sacerdote e escriba, não foi do tempo de Jesus, mas é um referencial de fé e piedade para nós. Esquecemos-nos que foram os escribas que nos deixaram o legado do Antigo Testamento em nossas mãos (60% da Bíblia Cristã); o que eram os copistas do Novo Testamento senão pessoas que faziam um serviço semelhante ao dos escribas? O que fazem as editoras e as casas publicadoras hoje senão o antigo serviço artesanal dos escribas? São milhões de produções da Bíblia em vários idiomas. De certo modo, somos todos escribas, pois temos acesso a Bíblia, nós carregamos a Bíblia e reproduzimos cópias dela por todo o mundo. Pois é, estamos diante de uma problemática que precisa ser esclarecida ao público cristão evangélico e demais grupos  religiosos interessados no assunto.

E para esta tarefa tão complicada de resgatar a simpatia para teologia novamente, preciso estabelecer alguns questionamentos para que possamos nos orientar:

terça-feira, 7 de junho de 2016

TEMPO DA PURIFICAÇÃO DO SANTUÁRIO - uma análise teológica e apologética da escatologia adventista


“Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”. (Dn.8.13,14 ARA)

ERRO DA INTERPRETAÇÃO

Esta profecia de Daniel já deu problemas sérios na história, Guilherme Miller, por exemplo, deu uma interpretação bem extravagante sobre este texto. Ele interpretou estas 2.300 tardes e manhãs como 2.300 dias, e que esses dias eram anos. A terra era o santuário de Deus e estava profanado pelos homens ímpios e que este seria purificado e em seguida Jesus viria para buscar a sua igreja. Sendo, portanto, 2.300 anos o período que levaria para essa purificação. Pois bem, ele tomou o verso supracitado e associou a Daniel 9.25 para estabelecer a data inicial da contagem, onde diz: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém...”. Então, tendo como base o texto de Esdras 7.21-26, um decreto dado por Artaxerxes I para que Esdras fosse ornar o templo (v.27), e isso se deu em 457 a.C., ele passou a projetar um cálculo que o levaria até a tal “purificação do santuário”. Guilherme Miller acreditava piamente que o santuário era a terra, e que Jesus viria realizar a sua purificação. Assim, tomando o ano de 457 a.C. e subtraindo-o de 2.300 anos ele encontrou uma data: 1843 d.C. O Ano passou e Jesus não veio. Ele refez novamente os cálculos na seguinte forma: de 457 a.C. até o ano 1 d.C., passou-se 456 anos. De 2.300 anos subtraindo 456 anos apareceu uma nova data: 1844. Sua interpretação de Dn.8.14 tornou-se bem famosa na época; multidões a aderiram e acreditavam que realmente Jesus viria naquela época. Foi assim que surgiu o Movimento Millerista, “nome derivado de Guilherme Miller (1782-1849), um fazendeiro de Nova York que predisse a data da volta de Cristo. Ele conseguiu reunir um número significativo de seguidores, especialmente depois que se tornou mais preciso em seus cálculos”. (Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo. Editora Vida. Edição 2000, por George A. Mather e Larry A. Nichols, p.319,320). Também conhecido como o “Movimento do Advento [...] que surgiu na metade do século 19, enfatizando o retorno de Cristo [...] Miller anunciava a volta de Jesus para 21/03/1843. Estudando o capítulo 8 de Daniel, que fala do Santuário de Deus que seria profanado e depois purificado, ele interpretou que o Santuário fosse a Terra, e que a purificação e se daria com a volta de Jesus. Falhando na previsão, remarcou a data para 22/10/1844. Nada aconteceu. Miller abandonou suas idéias proféticas, retornando para sua igreja de origem. A decepção foi geral. Muitos abandonaram essas idéias apocalípticas”. (idem, p.192).

O cálculo de Miller foi um erro em três pontos:

quarta-feira, 25 de maio de 2016

UMA EXPLANAÇÃO DA DOUTRINA TRINITARIANA - atualizado em 15.08.16


O nosso conceito de TRINDADE é declarado assim: “Creio em um só Deus eternamente subsistente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo”. (Igrejas Assembléias de Deus) Temos também outros modelos como: “Há um só Deus eterno, poderoso e perfeito, distinto em sua trindade: Pai, Filho e Espírito Santo”. (Instituto Cristão de Pesquisas). E também: “Há três pessoas na Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; estas três pessoas são um só Deus verdadeiro e eterno, da mesma substância, iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas prioridades pessoais”. (Catecismo Maior de Westminster); etc.

Eu fico pensando como é que pessoas que nasceram praticamente ontem, diante dos milênios onde a doutrina da trindade foi definida, ficam retrucando contra a verdade incontestável de que Deus subsiste em três pessoas? Escreva um 3 em uma folha de papel e me diga quantos números têm? Pois é, infelizmente a mente fechada das pessoas e a arrogância de não aceitar e nem respeitar o que pessoas que existiram antes de nós já resolveram é de uma insensatez sem tamanho. Não aceitar aquilo que as Escrituras revelam e partir pelo caminho da razão e não da fé é apostasia. Querem rediscutir o que já foi tenazmente discutido. Uma derrocada tentativa que jamais prevalecerá. Nem mesmo o imperador Constantino que baniu Atanásio aos confins de Roma, por defender a doutrina da trindade enquanto o arianismo dominava a cabeça de quase todos, a verdade não pôde ser calada. A lucidez veio as mentes, e a igreja compreendeu e em sua homenagem registrou-se o credo...

segunda-feira, 25 de abril de 2016

ALGENOR DUQUE - alguém precisa dizer pra ele que o cânon da Bíblia encerrou-se



Francamente, alguém precisa dizer para esse homem que o cânon da Bíblia encerrou-se. Onde e quando um profeta ou apóstolo ainda existe? E para fundamentar o quê? As Escrituras são bem claras: "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra de esquina". (Ef.2.20 AXXI). A igreja está edificada sobre o fundamento apostólico e profético, não vejo porque e para o que pessoas como este Algenor Duque se acha nesta condição uma vez que a igreja já está a mais de 2.000 anos edificada. O que ele quer? Fundamentar o quê?

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A PROBLEMÁTICA DO DÍZIMO


Para os desigrejados (quem não faz parte de uma igreja local ou denominação), qualquer sistema de contribuição com a instituição religiosa é visto com antipatia, pois são esses recursos que mantêm a instituição eclesiástica. Para alguns igrejados (que pertence a uma igreja local ou denominação) o dízimo não tem sido dado a devida atenção, em virtude dos desafetos com o abuso dos líderes eclesiásticos, criou-se uma repulsa aos assuntos relacionados a dinheiro, dízimos, contribuições para uma igreja local.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

A DIFERENÇA DA GUARDA DO SÁBADO JUDEU PARA GUARDA DO SÁBADO ADVENTISTA


Aparentemente pensamos que a guarda do sábado judeu e adventista trata-se da mesma coisa. Entretanto, existe uma diferença relevante entre ambos os lados e é preciso ser exposto aqui para que as pessoas venham conhecer. Olhando rapidamente não percebemos nenhuma diferença, mas quando entramos nos alicerces onde se fundamenta tais observâncias, veremos que não são idênticas. Vejamos a seguir: