sexta-feira, 2 de abril de 2010

SÍMBOLOS MAÇÔNICOS







ESQUADRO: Significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino; e a outra vertical, o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus. COMPASSO: Traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaços. Representa o senso da medida das coisas. Significa a medida das coisas. A LETRA G: Vem de God, "Deus" em inglês, sigla para GAU ou GADU, Grande Arquiteto do Universo.






PIRÂMIDE COM O OLHO QUE TUDO VÊ: A pirâmide remete à suposta origem da maçonaria entre arquitetos do Egito antigo. O olho representa o Deus onisciente e onipresente, que tudo vê. A frase "NOVUS ORDO SECLORUM" significa a "Nova Ordem dos Séculos".






 
PENTAGRAMA: Representação de um homem de pé com as pernas abertas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.






NÍVEL: Representa a igualdade. Todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.





 
PRUMO: Indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.





 
COLUNAS E PISO XADREZ: As três colunas significam: 1) O lado masculino, a força. 2) O lado feminino, a beleza. 3) A sabedoria. O piso xadrez representa o dualismo.






ESPADA: É o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.





 AVENTAL: Usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência.






 SOL: É a fonte de vida, a positividade da existência do homem.





 CINZEL: Sugere o trabalho inteligente. Instrumento manejado pelo aprendiz com a mão esquerda. Como o cinzel é uma ferramenta que exige a participação de outra (o malho), representa a inteligência humana, que isolada nada constrói.


Fonte: Revista Defesa da Fé número 49. Edição out/2002. p.53


Dúvidas e esclarecimentos escreva para: anti-heresias@hotmail.com

segunda-feira, 1 de março de 2010

A BÍBLIA NÃO É PALAVRA DE DEUS? UMA RESPOSTA A VERDADE OCULTA.










Mais uma vez o Rubens, apresentador dos vídeos verdade oculta, comete uma nova queda na sua caminhada (ver heresia, obra de carne: Gl.5.20). Desta vez ataca a Bíblia Sagrada. Francamente, com essa mancada, posso ver que Rubens e o ministério verdade oculta na suposta luta contra os illuminatis se colocaram foi a serviço deles, ao levantar uma velha e conhecida heresia da teologia liberal: a Bíblia não é a Palavra de Deus, mas contém. Isso põe em dúvida todo o material que a Verdade Oculta produziu até o momento. Veja o alerta que o Instituto Cristão de Pesquisas (ICP) dá sobre a teologia liberal: AQUI

É um absurdo o que Rubens diz neste vídeo. Se quiser conferir assista clicando neste link: AQUI

Ao citar uma sequência de trechos da Bíblia (Js.2.4; Jz.16.11; 17.11), Rubens se coloca acima da verdade. Suas colocações são contraditórias, pois ele, para se afirmar cita a mesma. Ora, onde é ou não é a Palavra de Deus? Obviamente aquilo que lhe agradar ou o que lhe convier.

Os textos citados por Rubens na verdade é um equívoco tão infantil, que nem pessoas recém chegadas, que estão no começo da fé na igreja, não chegariam a tal conclusão. Vejamos que o argumento de Rubens é simplório, raciocine comigo:

Eu e você podemos narrar histórias de pessoas mentindo, roubando, adulterando ou fazendo qualquer tipo de iniquidade, isso não significa que eu ou você estejamos cometendo tal erro. Pois estamos apenas “narrando”. Com a narrativa bíblica não é diferente. Deus falou pela boca dos seus servos e profetas, narrando-lhes o que aconteceu e o que acontecerá, transmitindo-lhes os seus mandamentos, suas doutrinas e revelando seu Filho. O fato é que, seja mentira ou verdade, o que as pessoas da narrativa inspirada disseram, não é Deus que está mentindo, mas os personagens bíblicos. Assim, o uso dos versos bíblicos por Rubens no início do vídeo é uma falácia para sofismar ao argumento de que a Bíblia apenas contém a Palavra de Deus. Contudo, a narrativa é divina. O que foi narrado é Palavra de Deus.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

RESPOSTA APOLOGÉTICA A VÍDEO DA VERDADE OCULTA


Antes do tudo, gostaria de elogiar seu trabalho que vem trazendo esclarecimento ao povo sobre os atos ocultos dos Bilderbergers e das astutas tramas da New Age. Contudo, sobre o vídeo que assisti no link AQUI intitulado “Irmão Rubens Advogado do Diabo2. Pior que Satanás”. Vejo que Rubens está bastante equivocado quanto à visão da igreja de Cristo, bispos e templos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Heresias do ministério de Witness Lee


Para fatos não existem argumentos, biblicamente falando o ministério de Witness Lee conhecido como “a Igreja Local de Witness Lee” tem heresias e tenho algumas provas que você poderá conferir na sua Bíblia comparando-a com os escritos de Witness Lee e sua editora:

O batismo salvador: Witness Lee diz: “Tal palavra indica claramente que para ser regenerado e entrar no reino de Deus, é preciso nascer, não só do Espírito, mas também da água. Por isso, o batismo é uma condição para regeneração e entrada no reino de Deus” (Lições da Verdade – Nível Um, Editora Fonte da Vida. Edição 1987, p.92). Ele está associando o batismo como mérito para a salvação.

Refutação bíblica: Quando estudamos soterologia bíblica, uma das primeiras descobertas que temos é que a salvação consiste em: justificação, regeneração e santificação. Ora, tocar em qualquer um destes pontos é falar de salvação. No texto supracitado, Witness Lee associa o batismo como mérito para a salvação. Pois ele coloca o batismo como regeneracional. O batismo nas águas é um “símbolo” e não uma “experiência”. A experiência da regeneração deve existir na vida daquele que quer se batizar e não o contrário. A regeneração não se obtém pelo batismo, pois se assim fora, nos versos a seguir deveriam acrescentar o batismo: Rm.10.9,10; At.15.11; Ef.2.8,9; Jo.5.24. E ainda, em Lc.23.43 o ladrão da cruz nem precisou se batizar para receber a salvação. Em Mc.16.16 a 1ª sentença diz: “Quem crer e for batizado será salvo” já a 2ª sentença omite a questão do batismo: “quem, porém, não crer será condenado”. Sola Fide, Sola Gratia!

O exclusivismo eclesiástico: “... o protestantismo, assim como o judaísmo, estão todos nessa categoria, tornando-se uma organização de Satanás, como seu instrumento para danificar a economia de Deus” (Apocalipse, versão restaurada, p.28).

Refutação bíblica: Não devemos ser exclusivistas (Mc.9.38-40). A igreja de Cristo não é definida por um rótulo denominacional ou seu tempo de existência, mas pela sua proclamação fiel da Palavra de Deus e de seu testemunho perante os homens (Jo.8.31; Mt.5.13-16) acontecendo isso, qualquer união de pessoas convertidas a fé cristã (igreja, ekklesia) formando uma denominação é, genuinamente, uma representação do corpo de Cristo. E dizer que o corpo de Cristo "está dividido" só porque existem no cristianismo várias denominações é uma falácia. Será que Paulo pensou em "denominações" quando escreveu 1Co.12.25? Em sua época nem havia denominações! Este tipo de falácia é conhecida como anacronismo semântico, que "ocorre quando um significado mais recente de certa palavra é transportado para a literatura antiga". (Os Perigos da Interpretação Bíblica, p.31. Por D. A. Carson - Editora Vida Nova).

O localismo: Só pode haver uma igreja local em uma mesma cidade: “... Todos os crentes dentro daquele limite devem constituir a Igreja Local única naquela cidade”. (Apocalipse – Versão Restaurada, Witness Lee. Editora Fonte de Vida. 1a edição – 1987, p.16). Dizem mais: "Na vida da igreja, posicionamo-nos pela unidade única do corpo de Cristo...". (O Que Cremos e Praticamos nas Igrejas Locais, Editora Fonte de Vida, p.12). E ainda: "Hoje em dia há principalmente dois tipos de crentes: uns são as denominações, incluindo a Igreja Católica Romana, e o outro é composto daqueles que estão fora das divisões e sobre a base correta". (A Expressão Prática da Igreja, Witness Lee. Editora Árvore da Vida. 1a Edição - 1989, p.128).

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

VOCÊ É BÍBLICO? SUA IGREJA É BÍBLICA?















Já ouvi muita gente se confundir com essa palavra. Tem gente que pensa que ser bíblico é citar passagens bíblicas em um programa de TV, rádio, internet ou no púlpito da igreja. Ora, posso citar aqui dezenas de seitas que fazem o uso do texto bíblico. Citar uma passagem da Bíblia, manuseá-la, realizar um sermão com base na Bíblia não faz desse ou daquele pastor, missionário, seja lá quem for, uma pessoa bíblica ou igreja bíblica. Mas, afinal de conta o que é ser bíblico?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É CORRETO BATIZAR PESSOAS AMASIADAS? (ATUALIZAÇÃO 02/02/2017)


Tenho visto muitos pastores de igrejas evangélicas batizarem pessoas que vivem intimamente ligadas sem serem conjugalmente unidas pelos laços do matrimônio. E diante disto surgem questões semelhantes a esta: “Uma mulher que aceitou a Cristo e deseja se batizar, mas há 20 anos vive amasiada com um homem que não aceitou a Cristo. Devemos batizá-la?”.
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A princípio, antes de responder esta pergunta devemos definir a palavra “amasiado”. Que significa: “Que se amasiou, que mora com amásio”. (dicionário Aulete). Amancebado “Que vive em mancebia ou concubinato”. (Idem). Mancebia “Estado do casal que vive como marido e mulher, sem ser casado legalmente” (Idem). Concubinato “Estado de um homem e uma mulher que coabitam como cônjuges sem serem casados”. (Idem).

Em segundo lugar, cuidado com aquilo que é extra bíblico, pois pode se transformar em antibíblico, por isso devemos ponderar bastante assuntos desta natureza. Não podemos fechar a questão assim sem uma análise bíblica acurada como se fôssemos “Papas”, notem que a base do protestantismo é a Bíblia Sagrada: “Sola Scriptura”. Rezamos que a Bíblia é a “única regra infalível de fé normativa para vida e o caráter cristão”. (Cremos da Assembleia de Deus). E “As Escrituras Sagradas, o Velho e o Novo Testamento, são a Palavra de Deus, a única regra de fé e prática”. (Catecismo Maior de Westminster).

RESPOSTA APOLOGÉTICA AO NÃO BATIZAR PESSOAS AMASIADAS

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Declarações de Teísmo Aberto Camufladas no Livro "A Natureza e o Caráter de Deus"


















O autor Winkie A. Pratney tenta, entre um capítulo e outro, expor suas convicções do Teísmo Aberto . Agindo como quase no anonimato, aos pouquinhos, o novo conceito de Deus que surge no mercado de heresias americanas.

Parabéns ao escritor Winkie A. Pratney que teve a proeza de citar nomes nobres como João Wesley, Agostinho, João Calvino, Norman Geisler e tantos outros sem precisar ter que mencionar os verdadeiros defensores desta doutrina que são escritores como Clarck Pinnock, Richard Rice, John Sanders, William Hasker e David Basinger. De fato eles trabalharam juntos num volume intitulado The openness of God, cujo significado é, literalmente, A abertura de Deus. Essa teologia vem sendo conhecida como “Teísmo Aberto”, também conhecida como “Neoteísmo” ou “Teologia Relacional”.

Na página 39, o autor do livro “A Natureza e o Caráter de Deus” começa a minar os princípios doutrinários ortodoxos como a eternidade de Deus para poder mais adiante expor veladamente o seu conceito neoteísta:

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Igreja Católica Apostólica Romana é uma seita?


Por incrível que pareça, enquanto a Igreja Católica Romana chama de “seita” todo o movimento cristão fora do seu arraial, esta por sua vez torna-se de fato, por causa de alguns dos seus ensinamentos fora do arraial bíblico, cristológico, soterológico e eclesiástico. Se não, vejamos: Toda seita adiciona algo a Palavra de Deus (a Bíblia), subtrai algo da pessoa de Jesus, multiplica por obras a obra da salvação e divide a fidelidade entre Deus e a organização. Baseado nessas quatro operações, a Igreja Católica possui forte identificação:

Adicionam algo à Bíblia:
A igreja Católica Romana tem a Tradição da igreja como Palavra de Deus também, semelhante a Bíblia: “A tradição deve ter-se na mesma consideração em que se tem a palavra de Deus contida na Sagrada Escritura”. (Terceiro Catecismo de Doutrina Cristã, p.162, editora Vera Cruz Ltda., 1a edição, agosto de 1976, resposta à pergunta 887). “As verdades que Deus revelou acham-se na Sagrada Escritura e na tradição”. (idem, p.160, resposta à pergunta 870).

Subtraem algo da pessoa de Jesus:A igreja Católica Romana diminui a suficiência de Cristo de interceder e de salvar quando apresenta um panteão de santos, sem falar nas supostas interferências de Maria nas petições ao filho Jesus Cristo. Veja estas declarações: “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós ao Pai...”.(Catecismo da Igreja Católica de 1993, edições Loyola, p.270 #956). “Assunta aos céus, não abandonou este múnus salvífico, mas, por sua múltipla intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna (...) por isso, a bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja sob os títulos de advogada, auxiliadora, protetora, medianeira”. (Idem, p.274 # 969:149,1370).

Multiplicam por obra a obra da salvação:A igreja Católica Romana não crê que alguém possa afirmar que seja salvo. É pecado de presunção afirmar que alguém está ou é salvo sem mérito (Idem, p.551 # 2092). Toda responsabilidade da salvação é atribuída a um somatório: de pertencer a Igreja Católica Romana (Idem, p.243,244 # 846), observar os sete sacramentos (Idem, p.318 # 1129) e ainda, se preciso for, passar pelo purgatório (Idem, p.290 # 1030).

Dividem a fidelidade entre Deus e a organização:
A igreja Católica Romana se apresenta como o único caminho para a salvação e como a porta para a vida eterna ao afirmar: “FORA DA IGREJA NÃO HÁ SALVAÇÃO” (Idem, p.243 # 846).

CONCLUSÃO
Todo cristão autêntico sabe que só a Bíblia é a Palavra de Deus (Pv.30.5,6). E que ela é viva e eficaz (Hb.4.12). Se a igreja Católica Romana afirma que a Tradição é a Palavra oral de Deus transmitida e preservada sem alterações por gerações até aos nossos dias (Terceiro Catecismo de Doutrina Cristã, p.162, resposta à pergunta 885, editora Vera Cruz Ltda., 1a edição, agosto de 1976) deveria haver uma concordância com a Palavra escrita de Deus, o que não acontece. Por exemplo: a tradição afirma que o papa é o vigário [substituto] de Cristo (Catecismo da Igreja Católica de 1993, edições Loyola, p.253 # 882), enquanto a Bíblia afirma ser o Espírito Santo (Jo.14.16,17); a tradição afirma que o batismo é necessário para a salvação (Idem, p.349 # 1257) e não reconhece outro meio senão o batismo para garantir a salvação (Idem, p.350 # 1257), enquanto a Bíblia afirma que a salvação ocorre pela graça divina por meio da fé (Ef.2.8,9; At.16.31).

Todo cristão autêntico sabe que a aliança de Cristo é suficiente (Hb.7.22-25). Sua obra dispensa os santos intercessores do catolicismo (1Tm.2.5). Quanto à intercessão de Maria, ele sabe que Jesus finalizou na cruz as prerrogativas de “mãe” (Jo.19.26,27). Maria não intercedia nem no ministério terrestre de Cristo. Por exemplo: Por ocasião de um casamento, Maria o pediu para resolver o problema da falta de vinho, o que Jesus respondeu? “...Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora”.(Jo.2.4); Maria foi procurá-lo no templo, pois havia se desencontrado dele, o que Jesus disse? “...Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?”.(Lc.2.49). Em parte alguma da Bíblia vemos Maria usando das prerrogativas de “mãe” para interceder no seu ministério terreno, quanto mais no celestial!

Todo cristão autêntico sabe que a salvação é uma dádiva divina voltada para o presente e não para o futuro (Jo.5.24; 2Co.6.2; 1Jo.5.13), e sabe que a condição para a recebermos é só duas: fé e arrependimento (Mc.1.15).

Todo cristão autêntico sabe que só Jesus Cristo é o caminho para salvação (Jo.14.6; At.4.12), e sabe que a igreja de Cristo está acima de uma mera denominação. A sua missão (Mt.28.19,20), o seu papel (Mt.5.13), sua perseverança (Jo.8.31) e a sua identidade (Jo.13.35), estão acima de uma denominação. De nada vai adiantar, ser uma denominação intitulada de “cristã” se não cumprir estas coisas.

Entretanto, meu intuito aqui jamais será de desdenhar da fé alheia, nem incitar o ódio. Ainda que discordemos firmemente desta crença, reiteramos nosso respeito às pessoas que a professam, e afirmamos o evangelho como o caminho de salvação.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

O ACRÉSCIMO DA PALAVRA "SEMPRE" FEITO NA BÍBLIA



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A Palavra de Deus adverte:

“Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.” Provérbios 30.5,6

“Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando.” Deuteronômio 4.2

“... não ultrapasseis o que está escrito; a fim de que ninguém se ensoberbeça a favor de um em detrimento de outro.” 1Corintios 4.6

Há muitas igrejas que parecem “evangélicas”, que dizem crer nas Escrituras como palavra de Deus, mas na prática não se conformam com o que ela diz e nem se comportam como evangélicas. Ficam colocando palavras complementando ao texto sagrado aquilo que Deus não disse. Como, por exemplo, o comum e mais atual uso da palavra SEMPRE nas passagens bíblicas que tratam das promessas divinas de cura, bênçãos, de livramentos e milagres. Colocarei abaixo o que estão fazendo com a santa palavra de Deus. Que embora não acrescentem a palavra SEMPRE literalmente o fazem verbalmente, o que é muito pior, pois distorcem a verdade de Deus. Algo característico de uma seita.

Vejamos como ficaria literalmente algumas das várias passagens que acrescentam alguns oradores da TV e destas supostas igrejas “evangélicas”:

segunda-feira, 1 de junho de 2009

A FALÁCIA DA UNIDADE CATÓLICA




Já virou jargão religioso os fiéis católicos acusarem os evangélicos de “seita” por serem pertencentes a uma diversidade denominacional. Esse discurso simplório já chegou às minhas mãos em forma de texto escrito – uma carta. Colocaram na caixa de correspondência da Igreja que pastoreio. E em meio a vários sofismas doutrinários fazendo apologia ao catolicismo romano e injúrias dirigidas ao povo evangélico contido nesse texto, o que me chamou mais atenção foi a seguinte frase, datilografada em máquina de escrever, em seu rodapé:

“Advertência bíblica contra divisão/desunião: Mt.12.25; 16.18; 1Co.1.10; 14.33; Ef.4.3-6 ... Deus da UNIDADE .... Todas as Igrejas Católicas são UNIDAS*. Aliciadores das seitas, iluminadas p/ maligno promovem desunião”.

VEJAMOS AGORA QUAL O INTERESSE DESSE ARGUMENTO E QUEM É QUE PROMOVE VERDADEIRAMENTE A DESUNIÃO:

A Igreja Católica Apostólica Romana (doravante chamarei ICAR para evitar repetição da mesma frase) tem usado essa falácia como “fundamento de verdade” ou de “igreja verdadeira”. Ora, Jesus deixou entendido que o reino de Satanás é unido (Lc.11.18) e nem por isso significa dizer que Satanás e seus demônios são verdadeiros. É bom lembrar que ele é o pai da mentira (Jo.8.44). Esse argumento é só uma camuflagem para cobrir as verdadeiras intenções:

1) Fortalecer a hegemonia da ICAR tão ameaçada nesses últimos anos. Principalmente aqui no Brasil;
2) Reconquistar o antigo monopólio medieval da fé cristã, algo que a ICAR tem nostalgia;
3) Justificar a falta de argumentos bíblicos diante das objeções evangélicas aos dogmas da ICAR.

Assim, com o uso da falácia de “UNIDADE” a ICAR tenta passar adiante suas verdadeiras intenções aqui desmascaradas.

É tão provável que as intenções supracitadas são verdadeiras que não encontramos sustentação bíblica que venha legitimar o argumento de “UNIDADE” do jeito que a ICAR apresenta. Se não vejamos:

sábado, 2 de maio de 2009

A Igreja Evangélica Voz da Verdade é uma seita?


Toda a problemática da Igreja Evangélica Voz da Verdade com as igrejas cristãs evangélicas (doravante se chamará IEVV para evitar repetição da mesma frase) está focada na sua oposição a Doutrina Trinitariana (1). Veja a confusão provocada pelo conjunto musical deles em um evento gospel AQUI

Portanto, é preciso dizer em bom tom aqui que a IEVV é uma seita, por causa de sua posição sectarista de apontar que sua doutrina unicista é a verdade e a doutrina trinitariana é a mentira, enquanto que as declarações da igreja cristã desde o seu início de liberdade de culto é a Trindade que é verdadeira, e o unitarismo e unicismo foram amplamente refutados, e os pais intelectuais destas heresias (bispos: Ário e Sabélio) foram afastados da igreja cristã como hereges.

Os credos primitivos da igreja cristã: Apostólico (2), Niceno (3) e Atanasiano (4), falam sobre a Trindade. Vejamos só um trecho de um dos credos citados acima: “... E a fé cristã consiste em venerar um só Deus na Trindade e a Trindade na unidade, sem confundir as pessoas e sem dividir a substância. Pois uma é a pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo; Mas uma só é a divindade do Pai e do Filho e do Espírito Santo...”. (Atanasiano). Os credos dos reformadores da igreja cristã falam: “25. Por que você fala de três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo, visto que há um só Deus? R. Porque Deus se revelou, em sua Palavra, de tal maneira que estas três Pessoas distintas são o único, verdadeiro e eterno Deus.” (Catecismo de Heidelberg) (5). “Há três pessoas na Divindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; estas três pessoas são um só Deus verdadeiro e eterno, da mesma substância, iguais em poder e glória, embora distintas pelas suas prioridades pessoais”. (Catecismo Maior de Westminster) (6).

Temos também a definição doutrinária do Instituto Cristão de Pesquisas, que diz: “Há um só Deus eterno, poderoso e perfeito, distinto em sua trindade: Pai, Filho e Espírito Santo”.

E ainda, do meio do movimento pentecostal se diz: “Creio em um só Deus eternamente subsistente em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo”. (Igrejas Assembleias de Deus).

Mesmo diante de toda a unanimidade da Igreja de Cristo. O material intitulado “Instrução Inicial Pró-batismo”, produzido pela IEVV, assim declara: “Quando a Bíblia se refere a Deus, está falando no Espírito Santo que é o Pai, Criador e Senhor de todas as Coisas. Jesus tanto é o Pai, como é o Filho... Jesus pode ser Pai e também o Filho? É muito lógico que sim, pois ele é Deus”. Em outra parte dizem: “Qual é o significado da palavra trindade? Teoria religiosa de intenção carnal e diabólica com o sentido de alimentar uma ilusão de Satanás que teve a pretensão de pluralizar a plenitude da divindade”. O conjunto musical “Voz da Verdade”, que muitos evangélicos incautos e pastores desinformados escutam, fizeram um oposição à doutrina da trindade em um CD. O conteúdo deste CD você pode ouvir no link a seguir, onde começam com a canção "Imagem de Deus", e entre ataques diretos a doutrina Trinitariana, colocam mais duas canções: "Tu Me Amas?" e "Deus Conosco". Os títulos dos assuntos abordados no CD são: "O mistério de Deus: Cristo", "O que Deus diz de si mesmo?", "Quem é Jesus?" e "O batismo das águas". Ouça:

Refuta CD voz da verdade

O Instituto Cristão de Pesquisas – ICP, já havia dado um alerta sobre o assunto na revista Defesa da Fé, número 50. CONFIRA AQUI

Portanto, para que a pergunta apresentada em nosso título, e já respondida aqui, seja comprovada, precisamos ir para a Bíblia Sagrada. Que é a autoridade final em matéria de religião, fé e doutrina para que venhamos a compreender que as afirmações da IEVV são mentirosas e que o ensinamento unicista é que uma mentira.

Vamos por temas:

quinta-feira, 2 de abril de 2009

ESPIRITISMO


O espiritismo é, sem dúvida, uma das heresias que mais cresce no mundo hoje. O ser humano sente a necessidade de sair em busca de Deus, no entanto essa busca nem sempre leva ao caminho da vida (Pv.14.12). Muitas vezes o que leva ao homem a procurar o espiritismo é a saudade que ele tem de seus parentes falecidos (esposas, esposos, filhos, primos, tia, avó, e etc.). Isto acontece porque o espiritismo alimenta o ensino da comunicação com os mortos.

Alheio a Palavra de Deus (a Bíblia Sagrada) e divorciado da comunidade cristã, o espiritismo tem se escondido por trás de uma couraça filosófica e com um linguajar de "cristão". Contudo, negam os fundamentos da fé cristã e no seu acervo de ensinos se comprova que é uma religião.

RESUMO HISTÓRICO

O espiritismo, enquanto tentativa de contato com os mortos, faz parte da tradição de vários povos, como os egípcios, caldeus, assírios, etc. O espiritismo que hoje se expande no Brasil e no mundo nada mais é do que a continuação da necromancia e do ocultismo praticado pelos povos antigos. O espiritismo deriva de religiões tais como o Animismo, hinduísmo e budismo. Porém, em sua forma moderna como hoje é conhecido, o seu ressurgimento se deve a duas jovens norte-americanas, Margaret e Kate Fox, de Hydeville, Estado de Nova Iorque.

Em Dezembro de 1847, Margaret e Kate, respectivamente de 12 e 10 anos (conhecidas como as irmãs Fox), começaram a ouvir pancadas em diferentes pontos da casa onde moravam. A princípio julgaram que esses ruídos fossem produzidos por ratos e camundongos que infestavam a casa. Porém, quando os lençóis começaram a ser arrancados das camas por mãos invisíveis, cadeiras e mesas tiradas dos seus lugares, e uma mão fria tocou no rosto duma das meninas, percebeu-se que o que estava acontecendo eram fenômenos sobrenaturais. A partir daí, as meninas criaram um meio de comunicar-se com o autor dos ruídos, que respondia às perguntas com um determinado número de pancadas.

Partindo desse acontecimento, que recebeu ampla cobertura dos meios de comunicação da época, propagaram-se sessões espíritas por toda a América do Norte. Na Inglaterra, porém, a consulta dos mortos já era muito popular entre as camadas sociais mais elevadas. Por conseguinte, os médiuns norte-americanos encontraram ali solo fértil, onde a semente do supersticionismo espiritista haveria de ser semeada, nascer, crescer, florescer e frutificar. Na época, outros países da Europa também foram visitados com sucesso pelos espíritas norte-americanos.

Na França, a figura de Allan Kardec é a principal dos arraiais espiritistas. Léon Hippolyte Rival (o verdadeiro nome de Allan Kardec), nascido em Lião, em 1804, filho de um advogado, tomou o pseudônimo de Allan Kardec por acreditar ser ele a reencarnação dum poeta celta com esse nome. Dizia ter recebido a missão de pregar uma nova religião, o que começou a fazer a 30 de abril de 1856. Um ano depois, publicou O Livro dos Espíritos, que muito contribuiu na propaganda espiritista. Dotado de inteligência e inigualável sagacidade, estudou toda literatura afim disponível na Inglaterra e nos Estados Unidos, e dizia introduzir no espiritismo a idéia da reencarnação. De 1861 a 1867, publicou quatro livros: Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Céu e Inferno e Gênesis. Homem dotado de características físicas e mentais de grande resistência, Allan Kardec foi apóstolo das novas idéias que haveriam de influir na organização do espiritismo. Fundou A Revista Espírita, periódico mensal editado em vários idiomas. Ele mesmo assentou as bases da “Sociedade Continuadora da Missão de Allan Kardec”. Morreu em 1869.

SUBDIVISÕES DO ESPIRITISMO

domingo, 1 de março de 2009

A Igreja Adventista do Sétimo Dia é uma seita?


Toda seita adiciona algo a Palavra de Deus (a Bíblia), subtrai algo da pessoa de Jesus, multiplica por obras a obra da salvação e divide a fidelidade entre Deus e a organização. Baseado nessas quatro operações, a Igreja Adventista do Sétimo Dia possui forte identificação:

Adicionam algo à Bíblia: Para os adventistas os escritos da senhora, já falecida, Ellen Gould White são tidos como sagrados tanto quanto a Bíblia: “CREMOS QUE: Ellen White foi inspirada pelo Espírito Santo, e seus escritos, o produto desta inspiração, têm aplicação especial para os adventistas do sétimo dia. NEGAMOS QUE: A qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen White sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas”. (Revista Adventista de fevereiro de 1984, p.37). Sem qualquer constrangimento afirmam: “Ao passo que, apesar de nós desprezarmos o pensamento dos pioneiros, nós aceitamos como regra de fé a Revelação – Velho Testamento; Novo Testamento e Espírito de Profecia”. (A Sacudidura e os 144.000, p.117). O que é o “Espírito de Profecia” adicionado a Bíblia? Eles mesmos dizem: “... E o mesmo Deus fala por meio dos escritos do espírito de profecia. Estes livros inspirados, tais como “O Desejado de Todas as Nações”; “O Conflito dos Séculos” e “Patriarcas e Profetas”, são certamente revelações divinas da verdade sobre as quais deveríamos depender completamente”. (“Orientação Profética No Movimento Adventista”; Associação Ministerial da Divisão Sulamericana, Publicações de Ellen Gould White, 1965 p.45).

Subtraem algo da pessoa de Jesus: Um adventista leigo talvez não saiba disso. Mas o adventismo acredita que Jesus teve uma natureza pecaminosa. A própria senhora Ellen Gould White escreve em um dos livros tidos como “inspirados” tal qual a Bíblia que: “...Cristo tomou sobre Si as fraquezas da humanidade degenerada. Unicamente assim podia salvar o homem das profundezas de sua degradação”. (O Desejado de Todas as Nações, Ellen Gould White. Editora CPB. 37ª edição, p.82). Outro livro adventista “Estudos Bíblicos”, (PPB. Edição 1979, pp. 140/41) confirma esse ensino da natureza pecaminosa de Jesus, dizendo: “Em sua humanidade, Cristo participou de nossa natureza pecaminosa, caída. De sua parte humana, Cristo herdou exatamente o que herda todo filho de Adão – uma natureza pecaminosa”. Aos questionadores leigos, vejam o livro "Nisto Cremos" disponível aqui no google drive do blog, na página 71,72 faz um discurso totalmente ambíguo: "Portanto, “a humanidade de Cristo não foi a humanidade de Adão, ou seja, a humanidade do pai da raça antes da queda; tampouco foi a humanidade decaída, isto é, em todos os aspectos a humanidade de Adão após a queda. Não era a humanidade adâmica em virtude de possuir as inocentes fraquezas dos caídos. Não era a natureza caída porque Ele jamais caiu em impureza moral. Sua natureza era, portanto, mais apropriadamente a nossa humanidade, porém sem pecado". A Bíblia diz que somos pecadores (Rm.5.12; 1Jo.1.8), sendo, portanto, a nossa humanidade decaída (Rm.3.23; Rm.7.18).

Multiplicam por obra a obra da salvação: O adventismo multiplica por obra da salvação a guarda do sábado como veículo de salvação eterna. Segundo a senhora Ellen Gould White, ela declarou que: “Santificar o sábado ao Senhor importa em salvação eterna”. (Testemunhos Seletos, vol. III, p.22 – 2ª edição, 1956).

Dividem a fidelidade entre Deus e a organização: O movimento adventista é um movimento exclusivista, onde só os pertencentes ao movimento são tidos como remanescentes da verdadeira igreja de Jesus. Percebemos isso quando sobre eles está escrito assim: “No mundo só existe uma igreja que presentemente se acha na brecha tapando o muro e restaurando os lugares assolados...”. (Testemunhos Seletos, vol.II 2ª edição, 1956, p.356). O movimento adventista é tão convencido que só eles pertencem à igreja remanescente de Cristo que a senhora Ellen Gould White declarou: “Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus quer que eles se salvem. Nossos ministros devem buscar aproximar-se dos ministros de outras denominações”. (Testemunhos Seletos, vol.II. p.386, 2ª edição – 1956).

CONCLUSÃO

Quanto a Bíblia, ela é a única e suficiente fonte de inspiração da igreja de Cristo. Os reformadores da igreja já diziam: “Sola Scriptura: Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para a nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposta na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação”. O movimento adventista, ao colocar os escritos de Ellen Gould White como "inspirados", se coloca na posição contrária a Bíblia. Pois a própria Bíblia nos adverte: “Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso”. (Pv.30.6).

Quanto a Jesus, a Bíblia nos informa, e isso é suficiente para nós, que Cristo foi concebido sem pecado, conforme lemos em Mateus 1.18-23. O Jesus da Bíblia era santo, inocente, imaculado (Hb.7.26). Embora o adventismo assuma que Cristo não pecou, insistem em afirmar que ele tinha uma natureza pecaminosa. Enquanto a ortodoxia bíblica diz apenas que ele tinha a "semelhança" da natureza pecaminosa, confira Rm.8.3. E ainda, na encarnação, Jesus tornou-se "ser humano" e não "ser pecaminoso". O homem se tornou pecador depois da Queda. Cristo veio na semelhança de Adão antes da Queda, por isso sem pecado, e como filho de Deus, sem a possibilidade de pecar. Não que seja contraditório a afirmação que ele foi tentado (Hb.2.18), pois Adão foi tentado em seu estado original e não pecaminoso. Entretanto, sua capacidade de pecar é nula por ser divino e como Deus ele "não pode ser tentado pelo mal" (Tg.1.13). A ortodoxia bíblica reconhece a união hipostática das naturezas de Cristo: Deus (Jo.1.1) e homem (idem v.14). Cumprindo o seu papel de "mediador". Portanto, afirmar que Jesus tinha uma natureza pecaminosa e que ele esteve sujeito a pecar é subtrair algo da pessoa de Cristo, o que caracteriza uma seita.

Quanto à questão do sábado como veículo de salvação é flagrante legalismo. Reforçando mais ainda uma resposta positiva a nossa indagação. Uma vez que toda igreja cristã verdadeira, mesmo ciente da prática de boas obras, prega que a salvação é pela graça de Deus por meio da fé em Jesus Cristo (Ef.1.7; 2.8,9; Rm.3.28; At.15.11; 16.31; 2Tm.1.9; Mc.16.16; Rm.10.13; Jo.3.16; 17.3).

Quanto ao exclusivismo da denominação adventista, podemos concluir uma coisa: que a igreja de Jesus Cristo não é definida por um rótulo denominacional ou seu tempo de existência, mas pela sua proclamação fiel da Palavra de Deus e de seu testemunho perante os homens (Jo.8.31; 13.35; 15.8; Mt.5.13-16; Tg.1.22-25). Do contrário, não passaremos de um aglomerado de fariseus (Mt.5.20).
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A denominação “Igreja Adventista” se inclui nas fileiras de outras tais como: Igreja Católica Romana, Igreja Local de Witness, Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (os mórmons), Igreja Tabernáculo da Fé e Testemunhas de Jeová, onde todas são unânimes em afirmar ou reivindicar uma exclusividade na terra de representarem "a verdadeira organização de Deus ou de Jesus Cristo". Maculando e distorcendo o que venha ser realmente “igreja” do Senhor Jesus Cristo. E mergulhando juntas no esgoto da prepotência e da arrogância.

Entretanto, meu intuito aqui jamais será de desdenhar da fé alheia, nem incitar o ódio. Ainda que discordemos firmemente desta crença, reiteramos nosso respeito às pessoas que a professam, e afirmamos o evangelho como o caminho de salvação.


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Dúvidas e esclarecimentos escreva para: anti-heresias@hotmail.com

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

CATOLICISMO POPULAR


Esse catolicismo é difundido pelo povo. Difere do Catolicismo tradicional, que é o catolicismo ensinado pelo clero. O Catolicismo popular é um desgaste do já desgastado Catolicismo tradicional, pois o povo leigo associa os dogmas Católicos às suas crenças e costumes, tornando pior ainda o afastamento da ortodoxia bíblica.

Podemos observar que o Catolicismo do povo é intocável, nem o papa tem autoridade sobre o movimento, a igreja tenta de maneira amistosa e muitas vezes conivente relevar as absurdas colocações do povo aos dogmas da própria igreja.

A palavra “dogma” é um princípio de fé indiscutível da igreja. Estabelecido, como veremos a seguir, pelos concílios papais séculos depois dos apóstolos e dos pais da igreja. Ou seja, são doutrinas fora da Bíblia sancionadas pelos Papas baseando-se no pressuposto de que há autoridade apostólica neles investida. O pior é que estas doutrinas extras canônicas transformam-se em verdadeiras heresias no entendimento e desenvolvimento popular. Vejamos abaixo alguns dos principais dogmas estabelecidos pelos Papas ao longo da história e que foram desenvolvidos e assimilados pelo povo:

Século V ano de 431 d.C
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: Maria é proclamada a “mãe de Deus”. No Catolicismo popular Maria se transforma em uma Deusa mãe ou semideusa mãe.

Século VI ano 593 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: O purgatório começa a ser ensinado. No Catolicismo popular o purgatório passa a ser um escape para os que vivem na devassidão não irem para o inferno. Levando os fiéis a uma segurança com a santidade na morte em detrimento da santidade da vida.

Século VIII ano 789 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: O início do culto às imagens e relíquias. No Catolicismo popular as imagens se transformam em idolatrias.

Século IX ano 880 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: A canonização dos santos. No Catolicismo popular os santos não são só canonizados, mas tratados como deuses ou semideuses. Com estórias cheias de mitos a respeito da vida deles.

Século XII ano 1200 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: O Uso do rosário. No Catolicismo popular o rosário ou o terço (a terça parte do rosário) vira um amuleto contra o mal e ícone de proteção para ser colocado no carro, cabeceira da cama, pescoço, bolsa e etc. Substituindo a prática da oração e da confiança em Deus.

Século XIII ano 1220 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: A adoração ao Cristo na hóstia. No Catolicismo popular acontece uma idolatria da hóstia.

Século XIV ano 1311 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: A oração da Ave-Maria. No Catolicismo popular tal reza substitui as orações. E se transforma em uma evocação dos poderes intercessores da semideusa mãe junto ao seu filho Deus.

Século XVI ano 1562 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: Confirma-se o culto aos santos (“dulia”: “culto prestado aos santos e aos anjos”). No Catolicismo popular esses santos passam a ser cultuados como divindades. Porque o católico comum não sabe distinguir na prática a latria (adoração devida a Deus) de dulia. E nem o mais intelectuais conseguem diferenciar na teoria. No próprio catecismo não se trás uma clareza sobre o assunto. Veja a derrocada tentativa do catecismo de diferenciar, por exemplo, o culto a Maria (hiperdulia) da latria: “... Este culto (...) embora inteiramente singular, difere essencialmente do culto de adoração que se presta ao Verbo encarnado e igualmente ao Pai e ao Espírito Santo, mas o favorece poderosamente”. (Pág.274, § 971). Você consegue entender nesse texto as partes “difere” e “mas o favorece poderosamente”? Percebe-se uma certa ambiguidade no texto.

Século XIX 1854 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: A definição da Imaculada Conceição de Maria. No Catolicismo popular Maria torna-se uma semideusa imaculada.

Século XX 1950 d.C.
Dogma ou cerimônia do Catolicismo tradicional: A transformação da assunção de Maria em ponto doutrinário. No Catolicismo popular Maria torna-se uma semideusa mãe e senhora dos céus. Cheia de prerrogativas divinas, tais como onisciência, onipotência, onipresença, imortalidade, protetora e etc.

Algumas datas acima são aproximadas. Durante os séculos muitas doutrinas da igreja eram discutidas antes de serem finalmente aceitas e promulgadas como ponto doutrinário ou dogmas. Por isso alguns teólogos católicos poderão citar datas diferentes.

DOGMAS DA IGREJA HERESIAS DO POVO

O Catolicismo popular possui muitas heresias que foram desenvolvidas a partir dos dogmas da Igreja Católica. Iremos analisar quatro delas, pois são as que mais nos confrontamos quando estamos conversando com o povão. Principalmente no interior do Brasil. Basta apenas analisarmos algumas delas para se comprovar isso:

O DOGMA DA PENITÊNCIA