domingo, 1 de janeiro de 2012

10 RAZÕES PORQUE NÃO CONCILIAR ACONSELHAMENTO BÍBLICO COM PSICOTERAPIA
















Tenho visto muitos seminários de missões e igrejas adotarem a mistura de aconselhamento bíblico com psicoterapia e não poderia deixar de falar sobre o assunto. Pois até na congregação em que pertenço isso tem chegado.

Sinto em ter que citar isso, mas é a pura verdade: “É compreensível que o mundo rejeite a água viva [Jesus Cristo] quando busca compreender e ajudar os que sofrem de problemas vivenciais. Contudo, à medida que o mundo passou a rejeitar as respostas bíblicas, a igreja começou a duvidar de sua própria doutrina de pecado, salvação e santificação no que se refere a sofrimentos mentais, emocionais e a problemas comportamentais”. (Livro Aconselhamento – Integrando a Psicoterapia e a Bíblia? Página 64). Infelizmente, “o caminho psicológico usurpou o lugar do caminho espiritual; as opiniões psicológicas do homem têm contaminado a Palavra de Deus” (Idem, página 65).

Tenho razões suficientes para dizer aos líderes cristãos, seminaristas e mestres cristãos que essa conciliação de aconselhamento bíblico com psicoterapia é um erro. Vejamos:

1ª A BÍBLIA É SUFICIENTE.
O depoimento que a Bíblia dar de si mesma é que: “... a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. (Hb.4.12). Ora, se aquilo que está na Bíblia tem vida e é eficaz, porque utilizar de métodos psicoterápicos para tratar uma pessoa? A Bíblia perdeu a sua eficácia? Não é mais suficiente? O texto diz que é “apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”, precisamos de mais alguma coisa para discernir o coração humano? O texto diz que ela vai até aos limites entre alma e espírito. Existe alguma ferramenta da psicologia que chegue até esses limites?

Se a Bíblia é suficiente para tratar meus dilemas pessoais e vivenciais o cristão não precisa de “terapia” psicológica. Se um cristão se submete a tais práticas ou as promove é porque a suficiência da Bíblia já se foi de suas convicções cristãs a muito tempo. Lembrando que a negação da suficiência da Bíblia já é um tipo de apostasia.

2ª A PSICOTERAPIA/PSICOLOGIA NÃO É CIÊNCIA.
O testemunho do Dr. Thomas Szasz, Professor Emérito de Psiquiatria da Universidade Estadual de Nova York e autor de muitas obras sobre psiquiatria e psicoterapia escreveu: “... as interações humanas que hoje chamamos de ‘psicoterapia’ pertencem, na verdade, ao campo da religião – e que nós as rotulamos, erradamente, como ‘terapêuticas’, o que representa um sério risco para nosso bem estar espiritual...”. (idem, página 25).

Karl Popper, considerado a maior autoridade na área da filosofia da ciência após um longo estudo sobre a psicoterapia, concluiu: “apesar de pretenderem passar por ciência, têm mais comum com mitos primitivos do que com ciência”. (Idem, página 56)

Oitenta educadores notáveis, escrevendo em Psicologia: O Estudo de uma Ciência, editado por Sigmund Koch, concordaram: “A história subseqüente inteira da psicologia pode ser vista como um esforço ritualístico para simular as formas da ciência, de modo que possa manter a ilusão de que é uma ciência”. (Idem, página 57).

Martin e Deidre Bobgan, autores prolíficos e críticos da psicoterapia, sumarizam o panorama atual: “A matéria toda está envolvida em confusão e cheia de falso conhecimento e falsas teorias, resultando em uma pseudociência”. (Idem).

Veja bem, autoridades acadêmicas não reconhecem a “psicoterapia/psicologia” como ciência. Isto é, aquilo que dizem ser “científico” é definido por essas autoridades como uma atividade religiosa, ilusão de ciência e pseudociência. Ora, se eu já tenho minhas respostas cristãs para os problemas vivencias porque se utilizar de fontes de outra religião ou de que não há reconhecimento científico? Ora, quando estou doente de alguma enfermidade física eu vou a um clínico geral e lá ele me passa um remédio. Associo o remédio ao meu tratamento com orações pedindo a Deus a minha cura. Eu só faço isso porque sei que a medicina é uma ciência. Sei comprovadamente que aquela enfermidade existe e que o remédio irá tratá-la. Agora, alguém diz que minha mente está doente ou minha alma e diz que vai me tratar mesclando técnicas psicoterápicas, orações e versos da Bíblia podem estar certos que estou sendo enganado e promovendo sincretismo religioso. A Palavra de Deus nos adverte sobre o sincretismo religioso:

“guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu”. (Dt.12.30).

3ª JESUS É SUFICIENTE.
Disse Jesus: “Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”. (Mt.11.28). Não tem como fingir ou fugir dessa realidade. Ora, se Jesus nos chama até ele e nos promete o alívio, porque buscar outras fontes e creio que Jesus é suficiente na minha vida? Na verdade, muitos pastores e cristãos estão negando a suficiência de Cristo em suas vidas. Só Jesus conhece o coração humano e sabe como tratá-lo. Só ele pode fazer com que o homem seja restaurado. Na conversão, Jesus passa a fazer morada dentro do coração humano: “Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos a ele, e faremos nele morada”. (Jo.14.23). Como uma pessoa tem Cristo em seu coração e apela para práticas da psicoterapia para tratar-se? É justo o questionamento de Paulo quando diz: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados”. (2Co.13.5). O grande problema hoje é que os crentes não estão se convertendo, daí apelam para recursos carnais de tratamento do coração (alma).

4ª SOMENTE A CONVERSÃO PODE RESTAURAR O HOMEM.
A derrocada tentativa da psicoterapia de restaurar o velho homem é uma flagrante usurpação do papel da salvação na vida do cristão. Se analisarmos a doutrina da salvação à luz da Bíblia, concluiremos que salvação é “restaurar o que a queda causou”. Ora, somente com a salvação vinda de Deus o homem pode ser restaurado. Se houvesse alguma ferramenta humana para isso Deus não teria enviado seu Filho ao mundo para nos salvar. A Bíblia nos aponta que Jesus é o salvador: “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido”. (Lc.19.10). Seu nome é a expressão da salvação de Deus, que vem do hebraico “Yehovshua”. Quer dizer “o SENHOR é a salvação”. Toda a ajuda vem do alto e não da terra. Quando Jesus falava de novo nascimento a Nicodemos (Jo.3.3,5), a palavra empregada no texto grego para nascer “de novo” é “anothen”, que quer dizer: de cima, do alto, de coisas que vem do céu. Em fim, para quê restaurar o homem com auxílio de ferramentas carnais, terrenas, se nós temos a providência vinda do céu? Bem disse o apóstolo Paulo: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo”. (2Co.10.4,5). Não precisamos utilizar da psicoterapia para restaurar a alma do homem, pois a ação do alto é suficiente. E quando teimamos nisso anulamos a cruz de Cristo. O apóstolo Paulo nunca ousou fazer uso de ferramentas humanas para trazer restauração nas pessoas: “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo”. (1Co.1.17). Note o cuidado de Paulo para não introduzir em sua mensagem de restauração ferramentas de sabedoria humana.

5ª A HISTÓRIA DO CRISTIANIMO DEPÕE CONTRA A PSICOTERAPIA.
Quando ouvimos o discurso dos seguidores desse modismo, percebemos que querem nos convencer de que há pessoas na igreja que estão doentes na alma e precisam ser tratadas. Todavia, como fica a igreja no decorrer de todos os séculos antes de existirem as práticas de psicoterapia? Todos morreram “doentes” até que finalmente a igreja veio a contar com essa “tábua de salvação”? Ora, o primeiro laboratório psicológico foi fundado pelo fisiólogo alemão Wilhelm Wundt em 1879 em Leipzig, na Alemanha. A prática da psicoterapia ainda é mais atual. Todo o movimento intitulado de Cura interior, também chamada restauração da personalidade e restauração da alma, é um movimento neopentecostal moderno que visa a descoberta e o tratamento de problemas emocionais, como medo, complexos (de inferioridade, rejeição etc.), baixa auto-estima no intuito de que as pessoas sejam tratadas no espírito, na alma e no corpo, com ênfase na cura da alma. Coisas do passado que foram causa de sentimentos ou pensamentos negativos devem ser tratadas desde a raiz, segundo os teóricos da cura interior. A cura interior dá-se a partir de conhecimentos na área de psicologia, com aplicações de passagens bíblicas respectivas, oração, dentre outras coisas. É um termo muito usado atualmente, principalmente nas igrejas que aderiram ao G12 ou em outras simpatizantes com essa nova crença. (Fonte: Wikipedia). E o neopentecostalismo tem a sua origem no século XX na década de 70. Escrevi até um artigo sobre esse movimento controverso, intitulado de “Objeções Bíblicas aos Neopentecostalismo”.

Desconfie de movimentos que prometem a “descoberta da roda”. Todos os cristãos desde o primeiro século até antes das tais “terapias da alma” estavam fadados a doentes e mazelados? É inconcebível essa apelação dos gurus da psicologia gospel diante do testemunho triunfante da história da igreja até hoje. De vidas libertas, transformadas, curadas e perdoadas através da fé no Senhor Jesus Cristo, do poder da Palavra de Deus e da ação do Espírito Santo em suas vidas.

6ª A PSICOTERAPIA É CHEIA DE MITOS E PROMOVEM UMA PSICODEPENDÊNCIA.
Não tem com negar que há muita fábula nas práticas da psicoterapia. A Palavra de Deus nos adverte: “Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas caducas. Exercita-te, pessoalmente, na piedade”. (1Tm.4.7). Temos que rejeitar essas coisas. E a psicoterapia é cheia de mitos, fábulas. Você duvida? Vou citar apenas três, dos setes mitos abordados no livro “Aconselhamento – Interagindo a Psicoterapia a Bíblia?” página 71 a 74. Aconselho você a adquirir esse livro:

Quinto mito – O abuso na primeira infância destrói a visão que a pessoa tem de Deus. Afirma-se freqüentemente que as mulheres que sofreram abuso quando crianças concluem que Deus é mesquinho, Deus não se importa ou eu realmente sou repugnante.

O modo como fomos tratados quando criança não determina nossa visão de Deus. Ninguém pode entender o horror de seu próprio pecado ou conhecer a amplitude do amor de Deus sem a obra do Espírito Santo. Ninguém crê na bondade de Deus por causa da sua infância. Pelo contrário, é a obra do Senhor na vida de uma pessoa que revela tanto nossa condição pecaminosa quanto o grande amor salvador de Deus.

Segundo mito – A memória é um gravador e a terapia pode ajudar as pessoas a relembrar corretamente os eventos traumáticos.

As pesquisas têm demonstrado que a memória não é sólida, mas maleável e mutável. Aquilo que é recordado na terapia com muita freqüência será ampliado, mudado, exagerado ou totalmente inventado.

Sexto mito – Pessoas que sofreram abuso são incapazes de crer que Deus as ama.

Muitos cristão estão minimizando a ação salvadora de Deus, dizendo que maus pais (molestamento sexual, neste caso) impedem as pessoas de conhecerem o amor de Deus. Crer no amor de Deus e na obra salvadora de Cristo não depende de termos pais maravilhosos ou de termos escapado dos horrores do abuso. Crer no amor de Deus e na obra salvadora de Cristo depende de Deus e da fé que Ele dá (Ef.2.8,9). Quando consideramos a maravilhosa magnitude de João 3.16 e a profundidade do nosso próprio pecado, cairemos de joelhos em adoração (Is.64.6), se realmente crermos. Entretanto, os que não são salvos simplesmente não conseguem acreditar que isso pode ser assim, ou, se é assim, que não pode se aplicar a eles.

Como você pode perceber acima, a psicoterapia é fundamentada em mitos, fábulas humanas. Onde a Palavra de Deus nos exorta a fugir das fábulas. Infelizmente muitos cristãos incautos estão é correndo atrás disso. Alguns são engodados com essas fábulas que são lançadas nas mentes fracas para que fiquem dependentes de tratamento psicológico. Chamo essa artimanha de psicodependência. Esse método ardiloso é usado nas modernas técnicas de evangelismo. Onde, ao invés das pessoas serem convertidas a Cristo, na verdade se tornam escravas de práticas da psicoterapia. Muitas igrejas crescem a essas custas tornando vã a cruz de Jesus. Bem disse o apóstolo Paulo:
“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder. para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus”. (1Co.2.4,5).

Lamentavelmente, muitas pessoas supostamente convertidas, se tornaram evangélicas apoiados em sabedoria humana. Não porque escolheram assim, mas porque foram confrontados e trazidos à igreja através dessas ferramentas carnais.

7ª IMPLANTAR A PSICOTERAPIA NA VIDA CRISTÃ É UMA NEGAÇÃO DA SUFICIÊNCIA DA SANTIFICAÇÃO.
Todo o processo da santificação na vida daquele que foi verdadeiramente convertido é constante, crescente e eficaz. Como figura muito a Bíblia: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. (Pv.4.18). O escritor aos Hebreus fala da santificação como um caminho a seguir: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. (Hb.12.14). Não podemos burlar esse processo ou adiantá-lo com técnicas psicoterápicas. Tolo é aquele que pensa que a santificação é só para separar-nos do pecado. Não, a santificação tem o papel de nos limpar de todas as mazelas do pecado. E o pecado é a causa de todas as enfermidades físicas, emocionais e espirituais. Não fique admirado com o que vou dizer, mas todos os que seguem pelas ferramentas da psicoterapia, auto-ajuda, cura interior, etc., têm uma deficiência de entendimento das doutrinas bíblicas: do pecado e da salvação (justificação, regeneração e santificação).

Vejamos os efeitos da santificação na vida daquele que faz parte da Nova Aliança:

A promessa da Nova Aliança em Ezequiel 11.19 envolve: um coração unido e não mais dividido entre traumas e Deus. Não há espaço para dor e sofrimento no coração daquele que se converteu. Deus promete colocar um novo espírito. Isto é, um novo modo de ser, novas atitudes. Mudança de coração, não mais um coração de pedra, doente, de memórias tristes, mas um novo coração. Sensível a Deus.

A promessa da Nova Aliança em Jeremias 31.31-34 envolve: um cuidado de Deus não como na aliança anterior, que tratava o exterior, mas não atingia o interior do homem (v.32). Uma aliança diferente da anterior que tinha um tabernáculo para Deus se fazer presente, mas uma nova, de Deus habitando no homem. Onde o próprio corpo do homem se torna templo e morada do Espírito de Deus (1Co.6.19). E sendo essa habitação, torna-se morada santificada, restaurada, curada para Deus morar. Um cuidado interior trazendo mudança interior. Escrevendo a Lei divina no coração e mente (v.33). Trazendo benção e cura interior dia após dia na vida do convertido. Ele não precisa verificar o que está certo ou errado moralmente falando, pois tem dentro de si a lei divina. Uma aliança onde todos os pecados são perdoados, dispensando lembranças tolas do que se fez de errado (v.34). Não tem como ser mais o mesmo um coração onde a Lei divina foi escrita; não tem como uma mente em que foi impressa a Lei do Senhor e não ser restaurada e renovada.

Tudo isso ocorre no convertido através da santificação. Todavia, a psicoterapia e todos os seus desdobramentos e práticas negam a suficiência da santificação. Embora alguns palestrantes evangélicos de cura interior não admitam essa afirmação; por mais que apregoem como ferramentas de auxílio na santificação, na prática o fazem. Como é de práxis, nas heresias e controvérsias, os divulgadores apelam para a ambigüidade e eufemismo em seus discursos defensivos. Negam de fato a suficiência da santificação.

8ª ACONSELHAMENTOS DOTADOS DE PSICOTERAPIA PODEM AGRAVAR OS PESADELOS.
O jornal inglês “Daily Mail” publicou há algum tempo o seguinte artigo:

“... reviver experiências de quase morte e outros traumas durante o aconselhamento é uma perda de tempo, dizem os especialistas – e até pode fazer com que o sofrimento piore... Um relatório da organização Cochrane, localizada em Oxford – a qual oferece orientação médica especializada – também questiona se o aconselhamento realmente pode ajudar... Seus autores concluem que ele é, no mínimo, inútil e que, em alguns casos, poderia até fazer com que as vítimas venham a sofrer de SSPT (síndrome de stress pós-traumático). O líder desse trabalho de pesquisa, Simon Wessely, professor de psicologia no Instituto de Psiquiatria de Londres, disse que seu estudo, realizado com 3.000 soldados que serviram no conflito na Bósnia, mostrou que somente 3% sofreram um longo período de stress devido a traumas. Ele afirma: ‘... O efeito maléfico do aconselhamento é que algumas pessoas começam a se ver como tendo problemas de saúde mental, quando na verdade, elas não as têm’... um psiquiatra americano, que dirigiu o estudo [as vítimas do terrorismo nas Torres Gêmeas], afirmou que a terapia para os sobreviventes e as famílias das vítimas foi ‘um tremendo desperdício de dinheiro’, disse o professor George Bannano. Existem poucas provas de que fazer as pessoas ‘se abrirem’ realmente traz benefícios a alguém. ‘Há mais evidências de que falar sobre o quão infeliz você está torna as coisas ainda piores”. (Aconselhamento – Integrando a Psicoterapia e a Bíblia? Pág.83-85).

O aconselhamento bíblico, cristão, não recomenda ao solicitante se sujeitar a reviver ou relembrar as dores e sofrimentos que passaram. A Palavra de Deus nos diz: “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo”. (Gl.6.2). “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tg.5.16). Em momento algum recomenda ao cristão a fazer o que os promotores da psicoterapia sugerem. Pelo contrário, nos diz:
“Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”. (Fp.4.8).

A Palavra de Deus nos diz que: “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo”. (1Co.2.16). A mente de um convertido é uma mente como a de Jesus. Se esse tem uma mente doente, o tal não é convertido. Mas, se tem, e vir a se converter, sua mente se tornará curada. Mesmo que seja um louco, a Palavra de Deus nos diz: “E ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, pois será somente para o seu povo; quem quer que por ele caminhe não errará, nem mesmo o louco”. (Is.35.8). Como dizia o poeta na canção interpretada por Vitorino Silva: “Porque na Bíblia está escrito que nenhum louco errará o caminho que conduz o homem a salvação. Ninguém errará o caminho que conduz aos céus, ninguém poderá escapar no juízo final. E se você não encontrou o caminho, eu posso te dizer agora: que o caminho é Cristo, e quem vem à ele, ele não lança fora”. (Leia Jo.14.6).

9ª A PSICOTERAPIA É UMA RELIGIÃO ALTERNATIVA PARA OS “SEM DEUS”.
A humanidade sem Deus é sujeita aos problemas da vida assim como os cristãos ou os que professam algum tipo de fé. E como essa humanidade está cada vez mais se afastando de Deus, afastam-se das figuras representativas de Deus existente na sociedade, tipo: pastores, padres, rabinos, etc. E são trocados por psicólogos, e as igrejas, sinagogas e mesquitas foram trocadas por uma sala climatizada de tratamento. O dinheiro ofertado nesses âmbitos religiosos virou honorários de um psicólogo. Em fim, a psicoterapia é uma religião alternativa para àqueles que não têm fé alguma. Todavia, hoje, aquilo que era alternativa do divã dos “sem Deus” se mescla aos versos da Bíblia Sagrada prometendo uma vida melhor aos cristãos. Que desaforo!

Se você é um cristão genuíno, pare e reflita um pouco sobre essa nojeira toda. E una-se aos opositores desse movimento psico-herético no meio cristão. Cobre pureza doutrinária de seu pastor ou líder. Não aceite ele impor isso em sua igreja. Chame-lhe atenção para esse artigo que escrevo e peça-o para ler. Jogue fora DVDs, livros ou qualquer outra mídia que te leve para esse engodo humanista. Abra seu coração para o evangelho puro e simples de Jesus Cristo.

10ª A PSICOTERAPIA É UMA AFRONTA A SÃ DOUTRINA.
As Escrituras nos ensinam: “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina”. (Tito 2.1). A sã doutrina é o ensino puro, sem mistura sobre as verdades bíblicas, inclusive as verdades que citei aqui, como a do pecado, santificação, conversão, mente cristã, restauração, Nova Aliança, etc. Se você mistura à esses assuntos as teorias da psicoterapia pode está certo que está tornando impuro a doutrina cristã. Já não é mais sã. Por isso que afirmo ser uma afronta a sã doutrina. Pois todo o ensino necessário para a vida do cristão já existe e é suficiente:

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. (2Tm.3.16).

“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. (Rm.15.4).


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